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01/11/2003 07:13
E ROLOU MAIS PUTARIA ESSA SEMANA: KIKO, O GATINHO DA VEZ
Desde o fim de semana passado eu mantinha contato com um garoto, o conheci no chat, mas ele só poderia me encontrar pessoalmente durante esta semana pois seus pais trabalham na cidade vizinha e é quando ele fica sozinho em casa. Nesta quarta-feira, dia 29 de outubro, finalmente nos encontramos. Havíamos combinado por fone que o encontro seria em um mini-shopping não muito distante de onde moro. O encontro estava marcado para as 15h pois o garoto, que chamarei aqui de Kiko só teria a casa livre até as 18h e 30. Em torno de 14h e 30 eu já estava pronto mas começou a chover e o garoto ligou novamente, desta vez pra saber se ainda nos encontraríamos com aquela chuva. Dei uma olhada pela janela e vi que era apenas uma garoa e disse a ele que eu queria encontrar ele de qualquer forma pois estava ansioso, fazia dias que a gente teclava e eu não estava afim de adiar o encontro de jeito nenhum, que eu iria mesmo que fosse de guarda-chuva, porque não gosto de ficar enrolando, curto encontrar de uma vez, se não desse pra encontrar eu ia desencanar e partir pra outra. Ele disse que tudo bem, que poderíamos nos encontrar, e saí de casa, embaixo da garoa, sem guarda-chuva, para encontrá-lo no local combinado.
Eu havia enviado foto para Kiko, mesmo ele não fazendo muita questão pois não poderia retribuir. Prefiro mandar a foto de uma vez para o cara ver logo se curte ou não e evitar encontros frustrados que só fazem perder tempo. Ele gostou da minha foto, me achou gatinho, mas infelizmente eu não tinha foto nenhuma dele para opinar, fui encontrá-lo assim, na seca, sem saber ao certo o que esperar, mas sem grandes expectativas pois em encontros com caras do chat não costumo esperar um cara muito gatinho já que geralmente são todos uns barangos nos chats da vida. Eu tinha a descrição do carinha: 1,75 cm de altura, 64kg, olhos e cabelos castanhos, moreno claro, 17cm de pau. A idade eu soube depois que ele havia mentido, na verdade era mais novo do que me dissera, o que o qualifica como o carinha mais novo que eu já fiquei até hoje, vários anos a menos que minha idade. Ele havia me dito no bate-papo que preferia ser ativo e que nunca tinha dado.
Cheguei no local combinado e fui pegando o celular para ligar para ele, eu ia dando uma volta no lugar quando avistei um carinha muito gato que deu uma olhada para mim, seria ótimo que ele fosse o Kiko. Como eu não havia visto foto apenas passei pelo cara e comecei a procurar na memória do celular o número de Kiko. Antes que eu ligasse o carinha que eu havia visto chegou em mim, então o gatinho era o Kiko mesmo, que máximo! Ele deve ter me reconhecido pela foto e pela roupa que eu havia dito que estaria. Nos cumprimentamos, um pouco sem graça, ele um pouco tímido, com uma carinha de bebê mas meio safadinho. A boca ele entortava pro lado num semi-sorriso. Achei ele uma graça, um rosto muito lindo, uma boca gostosa, pele lisinha, quase sem barba, de aparelho nos dentes, cabelo quase raspado. Ele havia me dito por chat que tinha piercing na língua e um outro lá "você sabe onde". Conversamos um pouco e não sabíamos ao certo se ficávamos naquele shopping ou se arranjávamos outro lugar para sentarmos pra conversar. Sugeri que fossemos andando, ainda garoava um pouco. Quantos anos mesmo vc tem? Perguntei. "Quantos eu disse que tinha? ele perguntou e confessou que na verdade tinha 2 anos a menos. Eu também disse que não tinha dito minha idade real pois em meu caso, ao contrário dele, diminuí a idade em 2 anos sendo que minha idade real é 24 e não 22. Seguimos andando pela calçada e ele sugeriu que fôssemos ao apartamento dele.
Lá chegando subimos um lance de escada até o terceiro andar e entramos no apartamento. Ele perguntou se eu queria uma água e foi pegar para mim enquanto fiquei sentado no sofá. Após beber a água ele disse para irmos ao quarto dele. O quarto era bem bacana, uma cama de casal bem legal. A janela estava com a cortina fechada, mas mesmo assim estava demasiado claro no quarto, prefiro um pouco mais de penumbra, mas nesse caso não havia nada a fazer. Em pé nos beijamos. O beijo dele é gostoso apesar do piercing. Achei que eu fosse estranhar mas na verdade até achei gostoso sentir aquele piercing quando chupava a língua do garoto.
ATENÇÃO! Relato explícito de trepada entre homens, leia por sua conta e risco!
Nos deitamos na cama e continuamos nos beijando e nos acariciando. Logo fomos tirando a roupa, os dois muito excitados. Eu estava com um tesão enorme por Kiko, o pau muito duro. Ficamos nus nos beijando, deitados na cama, com os paus se tocando e as mãos percorrendo os corpos. Ele tem mais pêlos do que eu, sendo que é peludinho no peito, na barriga e na bunda, mas nada exagerado. Seu corpo é gostoso, moreninho claro, nada de músculos, mas bonito e uma bunda muito gostosa, carnudinha, boa de pegar. Ele descolore os pelos do braço e da bunda também, mas no caso do bumbum fica aquele pelo meio amarelo-laranja, não totalmente descolorido. Adorei passar a mão naquele traseiro.
O pau de Kiko era do tamanho ideal para mim, cerca de 17 cm, nem muito grosso nem muito fino, gostoso. Ele tinha um pequeno piercing preto no saco. Kiko parece ter gostado bastante de mim pois estava com muito tesão, me chamava de gostoso assim como eu chamava-o também. E chamava também de gatinho, tesão. Nos beijamos e acariciamos durante um tempo, Kiko mordia e lambia meus mamilos me deixando mais excitado ainda. Decidi fazer o mesmo nele e, com ele deitado de costas, fui além, descendo e descendo até chegar em seu pau. Fazia tempo que eu não chupava um pau com tanta vontade, caprichei, sugando o cacete de Kiko a princípio de leve, depois mais forte, colocando todo na boca. Lambi também suas bolas e dei uma afastada nas pernas dele para ver a receptividade dele para comigo caso eu quisesse mexer no cuzinho dele. Ele afastou mais ainda as pernas e deu uma levantadinha, pronto, agora eu sabia que ele curtia que tocassem e lambessem seu cu também, dei uma leve linguada e voltei a mamar seu pau. Em seguida beijei-o com o gostinho de seu pau na boca. Depois foi a vez de Kiko me chupar: fiquei deitado e ele sobre mim foi descendo até que começou um boquete gostoso. Eu particularmente gosto que me chupem com força, mas Kiko chupava bem de leve e as vezes acariciava meu cu com o dedo enquanto mamava. Humm, que gostoso receber um boquete, fazia um tempinho que não me chupavam, sendo que o último foi o gostoso do Danny.
Voltamos a nos beijar e senti vontade de chupar Kiko novamente, nesse dia eu estava com um tesão tão grande pelo garoto que estava super disposto a chupá-lo. Deitei-me de lado e comecei a chupar Kiko com meu pau ao alcance de seu rosto. Ele abocanhou meu cacete e iniciamos um gostoso 69. Depois, deitei-me de bruços e Kiko afastou minhas nádegas e caiu de boca em meu cuzinho, lambia bem gostoso me deixando com o maior tesão e de pau quase explodindo contra a cama. O garoto me lambeu bem gostoso e tentou enfiar um dedinho, depois me virou e voltou a mamar meu pau. Senti vontade de chupar aquele pau gostoso dele novamente e, com ele deitado de costas posicionei-me sobre ele com a bunda em sua cara e comecei a pagar boquete pra ele de novo enquanto ele lambia meu cu e meu pau. Fiz com que ele erguesse um pouco a pélvis e afastei suas pernas de modo que foi possível lamber seu cuzinho. Começamos então um gostoso 69 anal, comigo por cima linguando seu cuzinho enquanto ele lambia o meu.
Nos beijamos loucamente depois disso e ficamos ajoelhados sobre a cama nos acariciando e beijando. Depois Kiko deitou-se e eu alisava sua bunda gostosa, pedi para lamber sua bunda, pois eu não conseguia resistir a uma bundinha tão gostosa, ele fez uma carinha de safadinho e virou de burços. Mergulhei de boca naquele cuzinho perfumadinho que ficava no fundo daquela polpa carnuda. Lambi um monte o rabinho de Kiko e percebi de cara, pelo contato da língua, que aquele cuzinho já havia levado pau várias vezes. A história de que nunca tinha dado era pura conversa fiada de Kiko. O beijo que seguiu depois que deixei o cuzinho dele foi intenso, parecia que ele queria sentir o gostinho de seu próprio cu em minha boca. Pedi para Kiko encapar o pau pois eu queria dar para ele. Achei engraçado que só nesse momento ele disse que ia conferir se a porta do apartamento estava trancada, como se agora que fosse rolar penetração rfosse mais trágico se alguém nos pegasse. Quando voltou pegou uma camisinha e chupou-me novamente o pau. Ele pôs a camisinha e virei-me de bruços. Kiko começou a forçar seu cacete duro e gostoso em minha portinha. Aos poucos foi entrando e ele iniciou um vai-e-vem devagar. Ahhh que gostoso, eu estava com um louco tesão por aquele carinha e adorei sentir ele meter aquele pau em mim. Kiko começou a me foder enquanto eu gemia de prazer.
Eu sentia apenas prazer, nada de desconforto, Kiko enfiava e tirava o cacete de mim de forma muito gostosa. Eu de bruços com as pernas abertas e ele sobre mim, penetrando. "Não inventa de gozar que eu quero muito mais!", falei para ele e puxava seu corpo para que me penetrasse mais fundo ainda. Mal sabia eu que ele já havia gozado e seguia metendo. Mas logo ele disse que havia gozado. "Ah, já gozou, nossa eu queria muito mais", disse eu. "Ah, mas daqui a pouco ele já tá duro de novo", disse Kiko. "Acho bom mesmo!", disse eu em tom de brincadeira. Ele falou que estava com muito tesão por isso foi meio rápido, não deu pra evitar. Ficamos deitados abraçadinhos, eu acariciando o cara, passando a mão em seu peito. Nos beijávamos intensamente. Mas nada do pau dele dar sinal de vida. O meu, ao contrário, estava duríssimo desde que nos beijamos pela primeira vez. Iniciei um boquete mas o pau não levantava. Comecei a acariciar a bunda de Kiko, e colocava o dedinho entre suas nádegas, procurando o cuzinho. Ele deixava numa boa, comecei a introduzir a pontinha do dedo em seu cu. "Humm, que bundinha gostosa cara, nossa". Eu estava louco de tesão no rabo de Kiko, e decidi sondar o garoto "tem certeza que não libera o cuzinho? Ah, eu queria experimentar, tua bunda é muito gostosa". "Ah, podemos tentar", disse Kiko, para minha alegria. "Pega uma camisinha pra mim então vai", pedi eu.
Ele pegou um preservativo "sabor" menta e encapei meu pau, deu uma sensação meio refrescante, muito gostosa. Kiko caiu de boca e logo pedi para ele montar em mim. Mas estava desajeitado e o pau não entrava. Mudamos de posição. Tentei penetrá-lo de bruços, após molhar seu cuzinho com saliva. Eu não sabia se estava entrando e perguntei a Kiko, no que ele disse que não sabia, que nunca tinha dado, não sabia como era. "Tá meu bem, me engana que eu gosto", pensei comigo mesmo. Decidi tentar comê-lo de ladinho, que é uma posição que a penetração costuma ser relativamente fácil. Molhei seu buraco, pus um dedinho e comecei a pincelar seu cuzinho com o pau e forçar a penetração, de repente entrou meio de sopetão, eu não esperava que entrasse assim de surpresa, óbvio que doeu e Kiko disse "Ai, tira, huff, ai". Tirei e ele pediu uns segundos pra passar aquela dor, daí fui metendo de novo. Ahhh que gostoso foder um cuzinho, comecei um vai-e vem no rabo de Kiko, e fui virando ele da posição de lado para a posição de bruços sem tirar o pau de seu cu. Ele gemia baixinho, discretamente. Cuzinho gostoso, na certa o safadinho havia feito chuca, nada como um cuzinho limpinho pra gente meter com gosto. Com ele de bruços comecei a bombar mais forte apoiado nos braços, essa é uma das posições que mais curto meter. "Ah que gostoso, desse jeito vou acabar gozando". Segui fudendo Kiko mas não me agüentei, o tesão era enorme e sentir meu pau dentro do rabinho quente dele me fez esporrar muito lá dentro. Enquanto gozava atolado no cu de Kiko segui estocando mais um pouco, mas logo retirei o pau de dentro dele e ele deu um gemido. Retirei a camisinha que estava com muita porra dentro. Dei um nó e joguei no chão ao lado da cama.
Ficamos deitados conversando e de vez em quando um beijo e outro. "Ah, cara não deu pra evitar, eu estava com muito tesão, tua bunda é muito gostosa, gozei rápido" disse eu, "e você acha que eu gozei rápido também porque? com uma bunda dessas como a tua qualquer um!" disse ele. Eu estava louco para dar para Kiko de novo, queria gozar com ele fodendo meu rabo. Mas o pau dele seguia mole, enquanto o meu continuava duro mesmo após gozar. Disse a Kiko que queria dar pra ele e ele falou que logo o pau levantava, era só esperar um pouco. Nos beijávamos e decidi dar uma ajudazinha a Kiko, com ele deitado de lado na cama fui descendo e comecei a chupá-lo. O pau dele murcho em minha boca diante do boquete caprichado que eu pagava começou a inchar e crescer. Ah, que delícia sentir o pau de Kiko endurecer em minha boca! Eu mamava com gosto. Seu cacete já estava totalmente duro e ele levantou-se, pegou uma camisinha e encapou. Eu estava de frango assado louco pra gozar nessa posição que adoro, implorando para que Kiko enfiasse aquele cacete até o talo em mim. Meu cuzinho estava apertado pois eu havia gozado há pouco o que sempre deixa o meu buraquinho contraído. Kiko socou a cabeça de seu caralho em mim e senti uma forte dor. "Ahhh", gemi, "Huff, que dor!" "Quer que tire?", perguntou Kiko. Doía, aquela dor que só quem dá o cu sabe o que é, que parece que tá rasgando tudo lá dentro, comum quando o pau entra a seco sem a devida lubrificação. Mas fui firme e forte e agüentei o pau de Kiko, acho que foi uma das poucas vezes que senti essa dor sem pedir pra tirar. Logo a dor passou e Kiko começou a me foder bem gostoso. Eu pedia: me fode cara, huuu, assim me come vai, ah gatinho me fode, tá bom demais!" Kiko metia em mim valendo, com minhas pernas em seus ombros, me fodia todo e me chamava de gostoso. Depois de um tempinho comecei a tocar uma bronha para gozar com ele me arrombando. "Ahhhhh!", esporrei um monte lambuzando toda minha barriga de porra quente. O pau de Kiko dentro de mim já estava mole e assim que gozei ele tirou, sem gozar novamente.
Ficamos um instante deitados e logo fui tomar uma ducha. Kiko me ofereceu Listerine para dar um jeito no gosto de sexo na boca. Depois ficamos sentados em frente ao pc, conversando e vendo algumas imagens engraçadas enviadas a ele por e-mail. Não lembro a razão agora mas ele foi buscar um trabalho sobre DST para eu ver e tinha cada foto tenebrosa com paus todos cheios de perebas e rachas detonadas cheia de corrimentos e outras nojeiras. Rimos um bocado, e comentávamos "imagina dizer para o cara depois da transa 'ah eu já tive isso sabia'? hahah. Ou então pôr essa imagem desse pau cheio de pereba e feridas na cabeceira da cama antes da transa, ahahah". Kiko pôs um filmeco gay nacional bem tosco no pc, chamado Nove Machos e Um Destino. Ficamos um tempo assistindo as fodas, muito mal filmadas e com caras feiosos, que se passavam em um sítio.
Eram 18h e pouco e estava na hora de eu ir embora. Nos beijamos muito no quarto e na porta de entrada do apartamento. Achei que Kiko se despediria de mim ali, mas ele decidiu descer e me acompanhar até o Shopping pois eu queria tomar um milk shake. Fomos conversando e ficamos um tempo passeando no Shopping. Vimos umas bichinhas quá-quá lá e comentamos a respeito. Depois ele me acompanhou até um pedaço do caminho de casa e nos despedimos.
Gostei bastante de Kiko, é um garoto muito bonito, simpático e bom de cama também. Há tempos não tinha uma transa tão animada e variada como essa. A última vez que gozei numa bundinha faz mais de um ano com meu ex-namorado Cwb, foi bom ter experimentado isso de novo com o gostoso do Kiko. Estou louco para tê-lo de novo junto a mim. Como ele me emprestou o cd-rom do filmeco gay tenho uma boa desculpa para encontrá-lo novamente. E nessa noite teclando com Kiko ele falou que curtiu muito estar comigo e me chamou para sair dar umas voltas com ele neste sábado a tarde. Espero que possa pelo menos rolar uns beijos, já que esperar até semana que vem para podermos nos curtir de novo vai ser difícil!
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Eu estive pensando em não relatar mais em detalhes minhas transas, pois estou achando isso um pouco aborrecido e, mesmo mudando de parceiro parece que caio na mesmice relatando tudo aqui, queira ou não foda é sempre foda, a mecânica da coisa não muda muito de uma para outra. Até o momento venho relatando tudo nos mínimos detalhes explícitos por gostar disso, mas ao mesmo tempo estou enjoando desse estilo. Não é por me importar com o julgamento dos que lêem isso aqui, sei que muitos devem me achar uma puta com um relato de transa com cara diferente a cada semana, mas pra isso estou cagando. É só que me parece estar perdendo a graça seguir contando as fodas em forma de conto erótico aqui. Sempre digo que este blog é um registro que escrevo para mim e de fato é mesmo, mas nesse caso os relatos sexuais eu faço mais para os leitores que gostam de uma boa sacanagem. Por isso peço a opinião daqueles que lêem o Dirty Pearls a respeito da continuidade desse estilo de post. Gostam dos meus "contos eróticos"? Acham excitantes ou apenas vulgares e desinteressantes? Vale a pena continuar com os relatos detalhados de transas? Me ajudem a tomar esta decisão!
That's it!
enviada por Garland
01/11/2003 05:51
E OS COMMENTS CADÊ?
Tenho notado que os comentários aqui no blog diminuiram bastante. Uma das razões é que não tenho comentado os blogs amigos com freqüência, por isso não posso reclamar se não me comentam também já que eu quase não os comento. Quid pro quo. Outra razão talvez seja que meu blog está desinteressante, confesso que não ando muito empolgado para postar assuntos relevantes aqui ou gerar debates, a verdade é que tem me passado com freqüência pela cabeça a idéia de dar cabo desse blog pois tenho tido pouco prazer em postar ultimamente, é muito complicado por as fotos e demora séculos para abrir o painel de controle do blig de modo que às vezes chego a levar mais de hora para conseguir postar. Uma terceira razão para a ausência de comentários é, com certeza, meus posts gigantes que desanimam a grande maioria de ler e conseqüentemente de comentar. Bom, fazer o que né? Comentários são bem-vindos e sempre deixam a gente feliz, mas a razão principal de ser desse blog com certeza não é receber comentários e sim funcionar como diário e válvula de escape. Sendo assim, enquanto estiver me satisfazendo ele existirá, sendo meus posts comentados ou não.
Àqueles que lêem e, principalmente, comentam, deixo meu agradecimento. Gostaria de agradecer em especial à Márcia, cujos comentários aqui sempre me deixam feliz pois não são meros comentários, percebe-se que ela lê mesmo blog e, só tenho a agradecer a paciência com meus mega posts que sei que não são fáceis e exigem persistência para ler tudo. Marcinha, saiba que seus comentários aqui são muito relevantes para mim, pois sempre me fazem refletir e gosto de acompanhar tuas opiniões e tua visão a cerca dos temas que coloco aqui. Você é sensível e às vezes capta nas entrelinhas o que muitos jamais perceberiam. Existem diversos pontos em comum no nosso modo de pensar e mesmo em questão de personalidade e essa identificação é algo bom, que me faz acompanhar teu blog com prazer pois lá vejo expostas de forma interessante, sensível e bem escrita, muitas coisas e situações que se passam comigo também. Gosto de você e por isso, agradeço em especial a dedicação com que tem comentado este blog, quando vejo que pelo menos Márcia comentou um post, já sinto que valeu a pena ter gasto um tempo postando aqui. Beijão, e obrigado!
That's it!
enviada por Garland
30/10/2003 06:44
CONTO Caio Fernando Abreu DO MÊS
Eis o já tradicional conto do meu querido escritor Caio Fernando Abreu, que todo mês disponibilizo aqui no blog (veja AQUI o post especial sobre essa minha paixão pelo trabalho do Caio). Senti uma necessidade de postá-lo hoje e por isso optei por um conto curto, que, apesar de não ser tão especial para mim, tem a marca registrada C.F.Abreu, o que naturalmente faz do texto uma leitura interessante. Percebi que eu acabava sempre selecionando contos da obra Ovelhas Negras para por aqui no blog, sei lá, talvez seja porque gosto de quase todos os contos desse livro. Para fugir desse padrão optei por Harriett, um pequeno conto da obra O Ovo Apunhalado, lançada originalmente em 1975 e revisada e republicada em 1984. Talvez Harriett não pareça tão intenso para mim porque não há homossexualidade no conto. Reparei que meus contos preferidos de C.F.Abreu sempre têm algo relativo ao comportamento homossexual, como Aqueles Dois, Uma História Confusa, Sargento Garcia ou Além do Ponto, por exemplo. Bom, fujamos da rotina com Harriett. Aproveitem que é um conto pequeno e interessante e, se não conhecem a obra de Caio, leiam para conhecer, e se conhecem leiam também pra relembrar. Vale a pena!
HARRIETT
Para Luzia Peltier, que soube dela
"No fundo do peito, esse fruto apodrecendo a cada dentada."
(Macalé & Duda Machado: Hotel de Estrelas)
Chamava-se Harriett, mas não era loura. As pessoas esperavam dela coisas como longas tranças, olhos azuis e voz mansa. Espantavam-se com os ombros largos, a cabeleira meio áspera, o rosto marcado e duro, os olhos escurecidos. Harriett ficava sozinha o tempo todo. Mesmo assim, as pessoas gostavam dela.
Quase todo mundo foi na estação quando eles foram embora para a capital. Ela estava debruçada na janela, com os cabelos ásperos em torno das maçãs salientes. Eu fiquei olhando para Harriett sem conseguir imaginá-la no meio dos edifícios e dos automóveis. Acho que senti pena - e acho que ela sentiu que eu sentia pena dela, porque de repente fez uma coisa completamente inesperada. Harriett desceu do trem e me deu um beijo no rosto. Um beijo duro e seco. Qualquer coisa como uma vergonha de gostar.
Essa foi a primeira vez que eu vi os pés dela. Estavam descalços e um pouco sujos. Os pés dela eram os pés que a gente esperava de uma Harriett. Pequenos e brancos, de unhas azuladas como de crianças. Eu queria muito ficar olhando para seus pés porque achei que só tinha descoberto Harriett na hora dela ir embora. Mas o trem se foi. E ela não olhou pela janela.
Um tempo depois a gente viu uma fotografia dela numa revista, com um vestido de baile. Harriett era manequim na capital. Todo mundo falou e comprou a revista. Quase todos os dias a gente via a foto dela nos jornais. Harriett era famosa. A cidade adorava ela, mas ela nunca escreveu uma carta para ninguém.
Muito tempo depois, eu a vi outra vez. Eu estava trabalhando num jornal e tinha que fazer uma entrevista com ela. Harriett estava sozinha e não ficou feliz em me ver. Continuava grande e consumida e tinha nos olhos uma sombra cheia de dor. Fumava.Falei da cidade, das pessoas, das ruas - mas ela pareceu não lembra. Contou-me de seus filmes, seus desfiles, suas viagens - contou tudo com uma voz lenta e rouca. Depois, sem que eu entendesse por que, mostrou-me uma coisa que ela tinha escrito. Uma coisa triste parecida com uma carta. Tinha um pedaço que nunca mais consegui esquecer, e que falava assim:
sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor
pois se eu me comovia vendo você pois se eu acordava
no meio da noite só pra ver você dormindo meu deus
como você me doía vezenquando eu vou ficar esperando
você numa tarde cinzenta de inverno bem no meio duma
praça então os meus braços não vão ser suficientes para
abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta coisa
que eu vou ficar calada um tempo enorme só olhando você
sem dizer nada só olhando olhando e pensando meu deus
ah meu deus como você me dói vezenquando
Quando terminei de ler, tinha vontade de chorar e fiquei uma porção de tempo olhando para os pés dela. E pensei que ela parecia ter escrito aquilo com seus pés de criança, e não com as mãos ossudas. Eu disse para Harriett que era lindo, mas ela me olhou com aquela cara dura que a gente não esperava de uma Harriett e disse que não adiantava nada ser lindo. Tive vontade de fazer alguma coisa por ela. Mas eu só tinha uma vaga numa pensão ordinária e um número de telefone sempre estragado. Eu não podia fazer nada. E se pudese, ela também não deixaria. Fui embora com a impressão de que ela queria dizer alguma coisa.
Três dias depois a gente soube que ela tinha tomado um monte de comprimidos para dormir, cortou os pulsos e enfiou a cabeça no forno do fogão a gás. Foi muita gente no enterro e ficaram inventando histórias sujas e tristes. Mas ninguém soube. Ninguém soube nunca dos pés de Harriett. Só eu. Um desses invernos eu vou encontrar com ela no meio duma praça cinzenta e vou ficar uma porção de tempo sem dizer nada só olhando e pensando: que pena - que pena, Harriett, você não ter sido loura. Vezenquando, pelo menos.
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É isso, mês que vem mais Caio Fernando Abreu pintando por aqui.
That's it!
enviada por Garland
29/10/2003 05:12
E NOITE HALLOWEEN NA NEW TAVA UMA BOSTA (PELO MENOS PARA MIM)
OUTRO POST IMENSO (E ALGUMAS FOTINHAS PRA DESCONTRAIR)
Sábado, dia 25 de outubro, eu havia passado a madrugada toda na internet acessando sites e teclando com alguns amigos. Deitei pela manhã mas não consegui dormir e decidi levantar e fazer outras coisas pois ficar rolando na cama já estava me deixando irritado. Voltei ao pc para desenvolver uma logomarca que minha tia pediu para mim e continuei conectado à internet. Minha esperança era que Danny aparecesse no Messenger me chamando para ir ao encontro dele. É, eu sinto saudade de Danny e trocaria qualquer programa para ficar com ele novamente. Infelizmente ele mora com os pais em uma cidade vizinha e não temos tido a sorte de ele ficar sozinho em casa à noite como ocorreu da primeira e única vez que nos encontramos. Como eu também moro com minha família fica complicado a gente se encontrar para se curtir. Além disso ambos estamos sem grana no momento, senão poderíamos ir a um motel. Enfim, são problemas que poderiam ser contornados com algum esforço de ambas as partes, mas que parecem que "podem esperar". E fiquei, como um zumbi, até aproximadamente as 18h e 30min em frente ao pc teclando com um monte de gente, mas esperando que Danny aparecesse. Ele não apareceu e vencido pelo cansaço fui dormir algumas horas, afinal ir a boate sem dormir há 24h não ia dar certo, eu estaria um bagaço de olhos vermelhos e exausto. Deitei e dormi até as 22 e 30. Me levantei, tomei meu banho, me arrumei e saí de casa em torno de meia-noite e 40, em direção à New Heaven. Chovia, mas felizmente a boate fica praticamente ao lado do edifício onde moro e cheguei lá sem me molhar quase nada. Mesmo tendo dormido poucas horas eu estava bem, me sentia bem, disposto e estava bem bonito, não parecia abatido.
Déco
Assim que cheguei na New Heaven quem encontro na porta de entrada?? Déco. Fiquei surpreso, e feliz em revê-lo. "Oi! Tudo bem, que saudades!" eu disse dando um beijo no rosto de Déco. Ele também parecia feliz de me ver, segurou minha mão e foi me puxando para dentro da boate, no que entrei sem pagar, pois Déco sempre me colocava de graça pra dentro, e pelo jeito mesmo a gente não tendo mais nada ele segue sendo "gentil". E uma gentileza dessas quem não gosta né? Fiquei feliz de entrar sem pagar, afinal eram 12 reais que eu poderia gastar em bebida lá dentro, mas ao mesmo tempo fiquei sem graça pois Déco e eu não temos mais nada e talvez o fato de ele estar me pondo de graça pra dentro significasse que ele tinha "segundas intenções" para comigo. Ele inclusive já havia falado na portaria da boate que deixassem eu entrar "na faixa", mesmo sem saber se eu iria ou não na boate.
Dentro da boate fiquei frustrado logo de cara, pois havia pouquíssimas pessoas, estava quase deserto aquilo lá. A decoração com motivos de Halloeween estava legal, mas eu queria é ver gente, gatinhos! E o que mais tinha era bicho feio, aliás é incrível como as bill daqui de BC são feiosas putz! Dá até saudade do Rio Grande do Sul nessas horas. Dava pra contar nos dedos das mãos os caras realmente bonitos lá dentro, e o pior é que alguns desses ainda eram michês. Cumprimentei Derek, amigo de Déco que sempre vem com ele e fiquei conversando com Déco. Ele me perguntava como eu estava o que vinha fazendo, se havia conhecido alguém, feito amizades, etc, até como estava a Drika (minha cadela) ele perguntou, eheh. Eu também estava curioso para saber o que ele havia feito nesses meses que não nos vemos e praticamente não nos comunicamos. Ele me contou que logo que a gente "terminou" ele conheceu um cara através da internet e começou um namoro. "Ah que legal" eu disse sem falsidade alguma, pois na verdade nunca senti ciúmes de Déco, e sempre quis mais que ele fosse feliz. Déco disse que o carinha era bem legal, mas que eles se desentendiam muito, bem mais do que nós dois, viviam discutindo, os dois leoninos aí já viu a guerrinha de egos, mas que apesar disso eles se davam bem. Eu, indiscreto como sempre perguntei "mas e na cama, rolava legal? Vocês tinha química?", ele disse que sim, e eu disse algo como "ah que bom né, ainda bem, assim que é legal" como quem quer dizer "que bom né, porque nós não tínhamos química nenhuma, lembra?". Mas Déco disse que havia acabado o namoro com o cara, por telefone, há duas semanas. Me disse que esse ano estava sendo legal para ele, pois estava conhecendo pessoas legais, estava sendo um ano intenso no quesito "relacionamentos". Perguntou se eu havia conhecido alguém, se estava namorando. Eu disse que não, que ele sabia que eu não queria namorar, mas que havia conhecido algumas pessoas, mas nada sério, apenas combinado pra sexo mesmo. Com isso quis deixar claro para ele que eu não estava enrolando ele quando dizia que não queria namorar e que queria curtir. Sei bem que Déco não é nenhum santinho também e não faço questão nenhuma de posar de bom moço, marco mesmo pra trepar e daí?
Ficamos conversando mais um pouco e logo saí dar umas voltas, afinal, demorei para resolver a situação com Déco e esclarecer que não ia rolar mais nada entre nós, então não ia por tudo a perder ficando com ele de novo. A verdade é que não senti nada de especial em revê-lo, nem uma ponta desejo por ele, o que realmente me faz crer que eu já não sentia mais nada fisicamente por ele. Para mim ele estava ali como um amigo, eu gosto bastante de Déco, mas meus sentimentos por ele são de amizade, não existe tesão, por isso é provável que nunca mais haja nada sexual entre nós, nem mesmo um beijo na boca. No entanto, algo me diz que Déco gostaria que eu repensasse minha posição com relação a ele.
Gogo Boys
Eu adoro gogo boy, acho uma delícia aqueles sarados dançando e quando tiram tudo melhor ainda!! Infelizmente as boates daqui são muito caretas e nunca os gogo boys ficam totalmente nus. Um dos motivos que me deixaram mais animado para ir na festa da New foi que haveria dez gogo boys, e eu acreditava que pelo menos fossem fazer alguma coisa de especial. Infelizmente foi a maior decepção da noite. Sim eram gostoso e sarados, mas nada realemnte excepcional. Além disso ficaram de calçãozinho no estilo cueca boxer o tempo todo. Eu curto passar a mão nos gogo, adoro pegar naquelas coxas grossas ou na bunda durinha. Havia um gogo boy num canto que foi meu eleito, alisei muito ele, passei a mão nas coxas, na barriga, apertei o mamilo, segurei na bunda, mas tudo dentro do limite. No pau nem tem como pegar pois eles cobrem com a mão. Só sei que cheguei a ficar de pau duro alisando aquele gostoso! Durante a noite houve o chamado blackout, que é quando todas as luzes se apagam. Neste instante o pobre do gogo boy que eu alisava de vez em quando se viu cercado de mulheres e alguns caras querendo tirar uma casquinha, e com certeza o mesmo ocorria com todos os outros gogos. Eu aproveitei e meti a mão pela perna na cueca dele e apalpei a bundinha. Humm, delícia, mas logo ele tirou ela dali. As luzes voltaram e eu deixei o rapaz em paz. Mais tarde voltei e passei a mão um pouco na perna dele, mas ele a afastou delicadamente e daí saí dali.
No entanto aconteceu algo que me deixou puto da cara: emdeterminado momento, depois que já havia rolado show de drags, fui dar uma volta pela pista em companhia de Déco e daí vi um gogo boy no queijinho que me pareceu familiar. Olhei mais perto e lembrei de onde conhecia ele, era um gogo da boate Cats de Curitiba. Quando fui lá na época em que estava morando em Curitiba eu passei muito a mão nesse gogo, e o melhor é que lá os gogos ficavam dançando nus, só com um lencinho de seda tapando o pau. Eu aproveitava e passava a mão na bunda dele, que apesar de cheia de estrias era bem gostosinha, ahah, e ele nem reclamava afinal era o trabalho dele, tinha mais é que deixar que passassem a mão mesmo. Ora, dessa vez quis "matar a saudade" e cheguei perto desse gogo que dançava. Passei a mão suavemente na perna dele e ele já pegou minha mão e afastou. Fiquei puto da cara e tasquei a mão na perna dele de novo. Ele abaixou e olhando na minha cara falou: "Tu faz isso de novo que eu vou te quebrar a cara!" Nossa, fiquei indignado. Déco me perguntou o que o cara tinha me dito e quando eu falei ele também se indignou e disse que ia falar com o dono da boate que é amigo dele, contar disso pra ele, que esses gogo boys estão muito abusados, etc. Fiquei revoltado, além daquela festa estar uma merda ainda os gogo boys são uns cús que se acham a última bolacha do pacote. Pior que era uma bsota de gogo boy, um carinha feiosinho de cara, eu se malhasse daria um show naquele otário. Não sei, ele devia tá se achando só porque veio de Curitiba, grande merda, ou então estava mau-humorado mesmo. Só sei que ele não tinha o direito de fazer o que fez, afinal tá sendo pago pra isso, tem mais é que deixar que passem a mão mesmo, ainda se eu tivesse enfiado um dedo no cú dele que é o que ele merecia aí sim podia querer me agredir. Só sei que esse episódio me fez perder mais ainda o tesão de continuar naquela merda de festa, brochei de vez, fiquei meio deprimido de estar ali e com raiva.
Drags
Quanto aos shows de drags não havia nenhuma novidade, primeiro foi Dandara Rangel uma negra gorda de Porto Alegre que fez um número de Alcione e mais tarde um outro número divertidíssimo mas que eu já havia visto no Mix Café em Florianópolis, nesse segundo número Dandara "interpreta" a seqüência inicial do filme Pânico, aquela em que Drew Barrymore prepara sua pipoquinha quando o assassino liga e começa a aterrorizá-la pelo telefone. Dá pra imagina que hilária é esta parte do show de Dandara, com aquela negona de peruca loira, uma camisolinha toda sexy e um celular na mão dublando o diálogo retirado do filme. Eu ri adoidado, pois ela dava uma conotação altamente erótica à cena, fazendo caras e bocas e pegando nos peitos, fingindo estar assustada, errando toda a dublagem, um sarro! Depois ficou falando um monte de bobagens engraçadas.
A outra drag a se apresentar foi Veronika, de São Paulo, que fez dois números, mas não vi absolutamente nada de especial nela e em seus números que se resumiam ao manjado bate-cabelão e ficar dançando e dublando drag music. Veronika é charmosa e faz bem o que se propõe mas drags fazendo playback e batendo cabelão é sempre tudo igual, com algumas exceções como Léo Áquilla que pelo menos foge um pouco à mesmice. Além do mais Veronika não é divertida, fazendo o gênero classuda que não fala abobrinha, e mal terminava os números saía do palco deixando a platéia no vácuo e com a impressão de que ela é uma chata.
Caras que eu adoraria ter dado uns amassos
Logo reparei um cara que me interessou, de um tipo de cara que eu gosto, aquele assim levemente deslocado, parecendo meio tímido, com um ar de cara sério, mas com uma safadeza atrás dos olhos. Era alto, cerca de 1,83, moreno claro, bonito e estava sozinho dançando próximo a mim. Ele me parecia familiar, creio que já o vi antes em algum lugar, ele lembra fisicamente o Prince, um cara com quem já fiquei e sobre o qual já falei várias vezes aqui no blog. Era inevitável olhar para o cara e na certa ele percebeu que eu estava afim dele. Acontece que eu NUNCA chego em ninguém. E o cara parece ser do tipo que também não toma esse tipo de iniciativa, por isso ficamos nessa, creio que ele havia reparado em mim, mas não chegou e eu também não cheguei nele e nada rolou. Mais tarde vi ele aos beijos com um carinha e agarradinho no cara, segurando por trás. Sorte do carinha que deve ter tido coragem de chegar ou pediu pra um amigo fazer esquema com o gato. A mim só restou ficar olhando e vendo como o gato se comporta, pelo jeito é ativo, másculo. Menos mal. Quem sabe da próxima vez eu não vacilo!
Havia um segundo cara que chamou minha atenção, achei ele muito lindo, branquinho, cabelos castanhos claros, um rosto muito bonito, corpo legal mas não sarado. Dançava numa rodinha com amigos e amigas. No entanto é o tipo de cara que os outros nem chegam por ser muito bonito e não seria eu que iria chegar. Ele me pareceu "se achar" e jamais ia chegar nele pra levar um fora. Esse cara acabou não ficando com ninguém a noite toda, pelo menos eu não vi ele com ninguém, só dançando e dançando na rodinha de amigos. Eu ficava próximo e olhava com freqüência para o cara, as vezes nossos olhares se cruzavam, mas NADA, acho que ele é como eu, o tipo que não chega em ninguém, eheh. Houve um momento na noite que Derek pediu a Déco para falar com a amiga do gatinho e dizer que ele estava afim do cara. Déco fez o esquema, a garota falou para o gatinho, mas nada rolou, no mínimo o cara não curtiu Derek. Confesso que eu ficaria morto de inveja se Derek se desse bem com aquele gatinho que eu tanto tinha secado mas não tive coragem de chegar. Às vezes, assim como acontece comigo, o cara não é arrogante, apenas não chega em ninguém, mas se chegam nele é bem acessível e acaba topando mesmo que não seja nenhum deus grego que tenha chegado. Déco mostrou para a amiga do gatinho quem estava afim dele, apontando para Derek, logo a garota conversava com o cara e ele olhou em nossa direção (eu estava ao lado de Derek). Me perguntei na hora, será que ele não pensou "ah que pena eu queria o de preto", no caso eu, ehehe. Eu ficaria com ele sem pensar duas vezes, apesar de que Derek ficaria com raiva de o cara ter dispensado ele e ficado comigo. Mas nada disso aconteceu.
Christian
Antes disso acontecer eu havia visto Christian, estava bonito com uma camiseta vermelha e branca, aquele cabelo loiro meio caído na testa. Muito simpático quando me viu sorriu e deu uma piscada, no que retribuí com um sorriso e um sinal de cabeça. Em um momento ele passou por mim e me deu um beijo no rosto, cheguei a pensar que ele me beijaria na boca, o que não seria nada mal, mas não rolou. Eu havia gostado de ter conhecido Christian alguns dias antes porque ele foi simpático, carinhoso e pareceu se importar realmente comigo quando estivemos juntos, ele parece ser meiguinho não é do tipo que vira a cara quando passa por você na rua ou que finge que nada ocorreu muito menos sexo. Ao longo da noite fiquei de olho nele, na verdade seria legal ficar com ele novamente, dessa vez na boate. Mas não sei, fiquei meio inseguro de ir falar com ele, talvez ele gostasse, mas não paguei pra ver, afinal já havíamos trepado, talvez ele não tivesse interesse em uma figurinha repetida. Mas durante toda a noite não o vi beijando ninguém, pelo menos não até alguns minutos antes de eu ir embora. O cara bebe muito pelo que percebi pois toda vez que eu o olhava ele estava com uma lata de cerveja na mão. Houve dois momentos que fiquei meio decepcionado com ele: um quando o vi com um cara que detesto próximo ao bar; é o cara responsável pela pior trepada da minha vida e que até hoje creio que toda vez que fui na New o sujeito tava lá, apesar de ser de Floripa. Aí quando vi Christian trovando o cara fiquei meio enojado, imaginando ele levando o cara pro apartamento dele e... Hahaha, lembrei de como o carinha foi ridiculo na cama comigo e imaginei o coitado do Christian com aquela bicha na cama. Pelo jeito o papo de Christian não deu muito certo pois logo ele estava sozinho de novo, no mínimo o carinha achou Christian um pouco afeminado e não quis nada com ele.
Durante o show de drag eu estava próximo ao palco e em um momento olhei para trás e lá estava Christian no meio da galera e quando me viu me mandou um beijo, que correspondi, eheh ele realmente é uma graça. Mas a noite foi passando e não cheguei para conversar com Christian apesar de pensar em ficar com ele lá, aí é claro acho que bateu o desespero de última hora no Christian, aquela afliçãozinha que diz "ah meu deus preciso ficar com alguém" e em um momento que vi ele indo em direção ao banheiro também fui, só que ele já estava em um canto escuro atracado com um carinha aos beijos. Cheguei tarde, eheh. Depois disso Christian entrou no dark room e só o vi um tempo depois de cabelos molhados de suor. Jamais ficaria com ele lá depois disso. Mas, como eu disse, Christian é legal e estou afim de ficar com ele novamente, ele me confessou quando nos conhecemos que é bem galinha mesmo, mas se é só para ter sexo com ele eu não me importo muito com isso, acho que vou mandar uma mensagem no celular ou um e-mail prpopondo novo encontro hora dessas. Ahaha, lembrei agora que descobri que Christian já trepou com um amigo virtual meu, o Lipe, com quem sempre teclo e que já foi pra cama com quase todos os caras que eu já transei ou teclei aqui de BC, inclusive ele já transou também com Roger o Surfista da Construção; é muito legal trocar figurinhas com Lipe sobre os caras, e ele me contou vários detalhes de sua transa com Christian e rimos muito das coincidências.
Ei, eu já te conheço! Walter e Marco
Outros caras que vi na boate com quem eu já tinha tido um contato prévio foram Walter e Marco. Walter, o cara de 33 que eu encontrei no shopping há algumas semanas, eu vi por acaso, aliás não vi, ele me viu. Eu passava por ele vindo do banheiro e ele estava parado com um amigo e me chamou, "Oi, tudo bem, não me reconheceu?". Eu nem dei muita trela pra ele afinal não rolou nada entre a gente mesmo e depois daquele encontro em que me deixou para ir resolver outros problemas ele não teve nem a consideração de me ligar mais tarde para desculpar-se, se não ligou é porque não o interessei, não seria agora, na boate que eu ia "fazer a fina" sendo gentil com ele. Apenas disse "Oi tudo bem, não vi você, sou muito desligado, mas agora que você falou eu te reconheci sim". E segui reto, deixando ele pra trás. Durante a noite o vi mais algumas vezes mas fingi que nem conhecia. De qualquer forma ele não me interessa mesmo, não vai rolar nada, nem que ele queira.
Já Marco, um carinha da cidade vizinha que conheci na New mesmo (e com quem passei uma noite bem quente em que não me agüentei e acabei trepando duas vezes no dark room) eu avistei apenas duas vezes, se não me engano. Na primeira ele estava com um cara aos beijos e na segunda foi no fim da noite quando ele se despedia de um cara que nem sei se era o mesmo mas é provável que fosse. Creio que não o vi mais porque ele deve ter passado uma boa parte da noite no dark, coisa que ele deve fazer sempre. Foi bom rever Marco, sua carinha de safado, creio que ele me viu também mas nem nos cumprimentamos. Gostaria de ficar com ele de novo, mas trepar em dark room de novo nem pensar. Só se fosse em uma boa cama, pois ele deve ser muuuito quente e safado na cama.
Quem chegou em mim?
Não sei ao certo o porquê mas apenas um cara chegou em mim durante a noite toda, e tive que dispensar pois era meio feiosinho e não senti atração alguma por ele. Ele usava um óculos espelhado fashion e foi chegando com a seguinte abordagem: "estive te reparando, e estou afim de ficar com você", mas disse isso já chegando em cima de mim, quase se esfregando, com a cara quase colada na minha, querendo me beijar. Ele tinha o que eu chamo "cheiro de boca", um hálito quente com um cheiro característico, não é mau hálito pois não é um cheiro ruim, é apenas um cheiro no hálito que eu não curto, são váras as pessoas que tem esse cheiro na própria respiração, um bafo quente que eu não sei descrever direito, só sei que não gosto. Déco tinha esse mesmo tipo de aroma na respiração e eu também não curtia, sei lá não tenho vontade de beijar quem tem hálito/respiração desse jeito, meio inebriante. Prefiro sem cheiro nenhum no hálito ou na respiração. E além disso o cara era feinho aí sim não tinha como cogitar. Eu disse: "Cara, não rola, eu já tô indo embora daqui há pouco, só vou esperar o show". Ele então foi saindo.
Sei lá, talvez eu passe a impressão de arrogante e por isso os caras não chegam. Sei que não sou feio, era pra chegarem mais, será que é por isso também que não chegam? Tem caras que nem chegam por que acham o cara bonito demais e que vai rejeitar eles. Mas também não é meu caso pois eu sou gatinho mas não sou lindo que precisem pensar que sou areia demais pro caminhãozinho. Ah sei lá viu, quem sabe seja minha expressão séria, sobrancelhas grossas que dão um ar de bravo as vezes. Só sei que não entendo ao certo porque não chegam em mim. Me acho tão acessível, não faço carão, basta o carinha ser simpático e bonitinho que eu encaro, não sou de bancar a poderosa. Durante vários momentos fiquei dançando sozinho, com minha cervejinha ou refir na mão, ou sentado sozinho quando estava cansado e enjoado de dançar. E nada! Às vezes me perguntava qual o problema. Chegou um momento que eu havia desistido de ficar com alguém e estava louco pra ir embora, mas era cedo ainda umas 3h e decidi ficar. Afinal já aconteceu de eu ir em boate só pra dançar e me divertir e não ficar com ninguém, e isso pra mim não é nenhum fim do mundo, não vou à boate só pra caçar e mais pra sair da rotina e não sou do tipo desesperado de fim de noite que quando vê que não pegou nada se joga com qualquer um só pra não ficar na seca total.
E bye bye
A boate estava esvaziando e Déco percebeu que eu estava entediado, aí lhe disse que tinha me arrependido de ter ido e que a única coisa boa de eu ter ido foi encontrá-lo pois eu estava com saudades, daí nos abraçamos e ficamos abraçados, ele pressionando o corpo contra o meu e acho que logo ficou excitado, mas de minha parte não havia malícia no abraço. Depois dancei mais um pouco e fiquei sentado em um queijinho. Déco disse que ia ao banheiro, mas levou uma eternidade para voltar e saquei que ele tinha era entrado no dark room. Queria me despedir dele mas cansei de esperar e falei para Derek que eu estava indo embora e que ele dissesse a Déco que deixei um abraço pra ele. NIsso abracei e beijei Derek no rosto e voltei para casa entediado com a noite chata na new. Eram quase 6h da manhã.
Danny, Danny, Danny, é só nisso que esse guri fala nesse blog agora?
É, fazer o que né?? No domingo Danny apareceu no messenger e teclamos um tempão, dessa vez um papo mais sério, como amigos mesmo, foi legal, ele disse que sentia saudades e fez uma birncadeira idiota comigo, dizendo que estava na new mas que não chegou em mim porque eu estava com um cara, aí perguntou quem era o cara e tal, eu acreditei mesmo que Danny era capaz de ter feito isso de ir na New sem me avisar e fiquei meio puto, mas daí falei pra ele que ele devia estar se confundindo pois eu não fiquei com ninguém. Aí ele confessou que era mentira e que não tinha ido na New coisa nenhuma, que só tava jogando verde comigo. De certa forma achei legal, pois siginifica que ele tava afim de saber se eu havia ficado com alguém, vejo aí uma pontinha de ciúme. Aiai, peninha não estarmos na mesma cidade, sinto saudade dele e queria muito estar com ele novamente. Muitos outros papos interessantes e algumas revelações aconteceram nesta conversa, mas isso é coisa pra outro post.
That's it!!
enviada por Garland
28/10/2003 08:16
PRA MAIS TARDE
Ah gente, tô com uma preguiça enorme de contar agora o que aconteceu na minha ida à New Heaven no sábado. Posso adiantar que tava uma bosta aquilo, e ainda encontrei lá vários caras que vocês já leram a respeito aqui no blog: Marco, Walter, Christian e Déco entre eles. Bom, prometo que no próximo post, ainda hoje ou amanhã, conto em detalhes o que rolou lá e outras coisas que aconteceram nesses dias! Até mais!
That's it!
enviada por Garland
28/10/2003 06:24
MÚSICA DA VEZ
THE GOONIES 'R' GOOD ENOUGH de CYNDI LAUPER
É lógico que os anos 80 tinham que aparecer novamente na trilha sonora do blog, e com certeza ainda vão aparecer muito mais pois muitas são as músicas bacanas daquele tempo que eu adoro. Com certeza vocês se lembram de Os Goonies, não é? O filme, de 1985, dirigido por Richard Donner marcou muitas crianças que viveram a infância nos anos 80. Reprisado com freqüência na Sessão da Tarde na Globo, é sempre um prazer acompanhar as aventuras daqueles garotos em busca de um tesouro enquanto são perseguidos por uma família muito louca. A canção tema do filme, The Goonies 'R' Good Enough na voz de Cyndi Lauper, acabou tornando-se um hit, o que não é para menos pois, assim como o filme, a música é muito legal.
Não vou dizer que sou fã de Cyndi Lauper, gosto de suas canções, mas, na verdade, para mim ela não passava de uma maluquinha de voz estridente e cabelos coloridos e espalhafatosos que competia com Madonna. Mas não dá pra negar que Cyndi conquistou seu espaço e virou um ícone dos anos 80, a década em que ela foi responsável por várias músicas legais, que hoje já são clássicos. A canção que mais gosto (e que fiquei seriamente tentado a por como trilha do blog, no lugar de The Goonies 'R' Good Enough) é a deliciosa Girls Just Want To Have Fun, que acho que é o maior sucesso de Cyndi, ou, pelo menos a sua música mais gostosa de ouvir até hoje, o tipo de música que é impossível não se animar ao ouvir. Mas há outros hits que adoro: Time After Time, All Through The Night, True Colors, Change of Heart, I Drove All Night, entre outras. Aliás, existem algumas coletâneas reunindo todas estas e mais outros dos maiores sucessos da cantora e realmente vale a pena comprar mesmo que não seja fã, pois reúnem verdadeiras pérolas da década de 80. Uma boa sugestão é a coletânea Twelve Deadly Cyns... & Then Some ou então o cd Grandes Sucessos de Cyndi Lauper, da Sony Music. Satisfação garantida!
Infelizmente o sucesso The Goonies 'R' Good Enough não aparece nestas coletâneas, e é uma ausência muito sentida pois é uma das canções mais marcantes da carreira de Cyndi Lauper. Eu lembrava claramente da canção, principalmente por ver Cyndi em uma ponta cantando ela no filme The Goonies, mas não era possível encontrar a música pois ela só saiu na trilha sonora do filme que eu nunca vi em lugar nenhum. Era uma certa frustração querer ouvir a canção e não poder, então, assim que adquirimos o computador, The Goonies 'R' Good Enough foi uma das primeiras músicas que baixei no Kazaa. E que maravilha poder finalmente escutar e re-escutar a canção, cantar junto, dançar, lembrar do filme. É uma música muito legal e que não canso de ouvir, por isso é uma das minhas preferidas e merece estar aqui para que todos que acessam o Dirty Pearls possam ouvi-la novamente e ter um gostinho da nostalgia que tenho quando a ouço.
Acompanhe a letra abaixo, e cante junto!
THE GOONIES 'R' GOOD ENOUGH
Here we are
Hanging on the strings of green and blues
Break the chain and we break down
Oh it's not real if you don't feel it
Unspoken expectations
Ideals you used to play with
They've finally taken shape
What's good enough for you
Is good enough for me
It's good enough
It's good enough for me
Yeah yeah yeah yeah yeah
Now you say
You're startin' to feel the push and pull
Of what could be but never can
You mirror me stumblin' through those
old fashioned superstitions
I find too hard to break
Oh maybe you're out of place
What's good enough for you
Is good enough for me
It's good enough
It's good enough for me
Yeah yeah yeah yeah yeah
(Good Enough) For you
Is good enough for me
It's good, it's good enough
It's good enough for me
Yeah yeah yeah yeah yeah
Old fashioned superstitions
I find too hard to break
Oh ,maybe you're out of place
What's good enough for you
Is good enough for me
It's good enough
It's good enough for me
Yeah yeah yeah yeah yeah
(Good Enough) For you
Is good enough for me
It's good, it's good enough
It's good enough for me
Yeah yeah yeah yeah yeah
OS GOONIES SÃO SUFICIENTEMENTE BONS
Aqui estamos
se equilibrando nas cordas verdes e azuis
Se a corrente se quebrar, nós nos acabamos
Oh, só será real se você não sentir
Expectativas não ditas
Ideais com os quais você costumava brincar
Agora finalmente tomaram forma
O que é bom o suficiente pra você
é bom o suficiente pra mim
É bom o suficiente
É bom o suficiente pra mim
sim, sim, sim, sim, sim
Agora você diz
Que está começando a sentir a pressão
do que poderia existir, mas que nunca existirá
Você se espelha em mim tropeçando em todas
aquelas antigas superstições
que eu acho difícil de me desvencilhar
Oh, talvez você esteja se sentido deslocado
O que é bom o suficiente pra você
é bom o suficiente pra mim
É bom o suficiente
É bom o suficiente pra mim
sim, sim, sim, sim, sim
(O suficiente bom) pra você
é bom o suficiente pra mim
É bom, é bom o suficiente
É bom o suficiente pra mim
sim, sim, sim, sim, sim
Antigas superstições
que eu acho difícil de me desvencilhar
Oh, talvez você esteja se sentido deslocado
O que é bom o suficiente pra você
é bom o suficiente pra mim
É bom o suficiente
É bom o suficiente pra mim
sim, sim, sim, sim, sim
(O suficiente bom) pra você
é bom o suficiente pra mim
É bom, é bom o suficiente
É bom o suficiente pra mim
sim, sim, sim, sim, sim
CLIQUE AQUI E FAÇA DOWNLOAD DA MÚSICA!
Cyndi em 2003
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Semana que vem outra pérola musical que toca meu coração, até lá!!
That's it!
enviada por Garland
28/10/2003 05:48
FILMES DESSES DIAS
Na semana passada assisti a duas super BOMBAS, filmes ruins como há muito tempo eu não assistia!! Um deles eu havia gravado da Globo quando passou na Tela Quente há várias semanas, mas só termintei de ver no começo da semana passada. O nome da bomba é HISTERIA, um filme totalmente ridículo que parodia filmes de terror. Assim como aconteceu em Todo Mundo Em Pânico, em Histeria o principal filme parodiado é Pânico. Acontece que Todo Mundo Em Pãnico dá de 10 a Zero em Histeria, pois pelo menos era criativo e possuía piadas realmente engraçadas. Já Histeria é um amontoado de situações ridículas, absurdas e desinteressantes e, o pior de tudo: totalmente sem graça! É o tipo de filme que você pensa a todo instante "Meu Deus, como é que alguém se prestou pra fazer uma bomba dessas? Quem foi o retardado que cometeu um lixo desses?". O filme é difícil de agüentar, mas não gosto de iniciar a ver um filme e não terminar, por isso resisti até o fim mesmo assistindo aos pedaços ao longo de alguns dias. Histeria é um filmeco estupidamente insuportável!! NOTA: ZERO (Bomba!) Só não vou dizer que foi o pior filme a que assisti em anos porque, na mesma semana assisti outro lixo que é páreo duro para Histeria, uma super bomba chamada Cubo 2: Hipercubo, que comento abaixo.
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CUBO
O dvd de Cubo 2: Hipercubo traz como bônus um cd com o filme original de 1997, Cubo (Cube, Canadá, 1997, dirigido por Vincenzo Natali, com Maurice Dean Wint, Nicole DeBoer, Nicky Guadagni, David Hewlett e Andrew Miller) que eu já havia visto antes e gostado bastante. Por isso, antes de assistir a Cubo 2 decidi rever Cubo para refrescar a memória antes de assistir a continuação.
Acho Cubo muito interessante, realmente gostei do filme a primeira vez que o assiti e revê-lo em dvd foi um prazer. O filme é recente mas devido ao potencial cult já pode ser considerado um clássico da ficição científica. No entanto é um filme do tipo "ame ou odeie", e em meu caso eu gostei bastante. A premissa de Cubo é bastante criativa: um grupo de pessoas acorda misteriosamente dentro de um labirinto composto por salas semelhantes a cubos. Ninguém sabe como foi parar dentro daquela estrutura, só sabem que precisam sair dali para sobreviver pois não dispõe de água nem alimentos. O grande problema é que o local é repleto de salas sendo que algumas contem armadilhas mortais. Descobrir quais salas possuem armaldilhas é algo que o grupo só poderá fazer utilizando raciocínio lógico e cálculos matemáticos. Na luta pela liberdade e pela sobrevivência a tensão e o desespero toma conta do grupo. E de certa forma do espectador também. O que mais me atraiu quando assisti Cubo foi a originalidade da história, toda a trama se passa em um único lugar, mas em momento algum o filme se torna aborrecido, muito pelo contrário, prende a atenção do espectador desde a primeira seqüência (foi até copiada em Resident Evil) que acompanha com ansiedade o desenrolar da história. O final também me pareceu perfeito, gerando a possibilidade de uma reflexão. Enfim, um filme diferente, tenso, interessante e inovador, do tipo que surge de tempos em tempos para mostrar que as possibilidades criativas do cinema ainda não estão esgotadas. Nota: 7,0
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CUBO 2: HIPERCUBO
Ainda na terça-feira, dia 21/10, assisti a continuação de Cubo, Cubo 2: Hipercubo (Hypercube: Cube 2, EUA, 2002, dirigido por Andrzej Sekula, com Kari Matchett, Geraint Wyn Davies, Grace Lynn Kung, Matthew Ferguson). Meu interesse em assistir a Cubo 2 se devia ao fato de eu ter gostado bastante do primeiro filme. Eu não acreditava que seria possível estragar tanto a premissa do filme original, mas foi o que aconteceu, simplesmente detonaram tudo o que fez de Cubo um bom filme, e Cubo 2 resultou numa bomba que aconselho a todos passarem longe pois é desperdício de dinheiro alugar a este desastre. Após o sucesso de Cubo pelo mundo todo e dos vários prêmios que o fime conquistou o orçamento para uma continuação inflou e acredito que isso foi extremamente prejudicial para esta continuação pois valorizou-se os efeitos digitais e a história acabou virando um samba do crioulo doido sem pé nem cabeça.
A premissa do Cubo original permanece a mesma em Cubo 2: um grupo de pessoas desperta dentro de uma misteriosa estrutura composta de inúmeras salas e tenta descobrir o segredo para escapar do lugar. Mas Cubo é assustador, misterioso e enigmático acima de tudo psicótico e nervoso. Ambiente escuro, cada sala quadrilátera tinha uma cor e um tipo de armadilha diferente, mortes bizarras, prisioneiros uniformizados e desesperados. Já Cubo 2 traz salas clean e de uma só cor e não existem armadilhas ativadas assim que a pessoa entra na sala como ocorria em Cubo. Com isso muito do suspense se perdeu, pois o que gerava tensão em Cubo era justamente o medo do que poderia esperar os personagens nas salas que eles entravam. Em Cubo 2: Hipercubo os personagens podem circular livremente nas salas e não há armadilhas e sim uma misteriosa força "sobrenatural" que às vezes surge do nada e vai matando um a um. Agora existe uma diferença de tempo entre as salas que cria realidades paralelas, algo que transpõe as leis da física permitindo que os personagens encontrem a si mesmos, morram e apareçam vivos novamente, envelheçam em questões de segundos, tudo isso repleto de efeitos digitais cafonas, numa história confusa, sem suspense algum, com personagens caricatos e insuportáveis que parecem não sentirem medo algum e estarem achando tudo muito divertido. Enfim, Cubo 2: Hipercubo é desinteressante, confuso, ruim mesmo, acho que foi o pior filme que vi em tempos. Fuja! NOTA: ZERO (Bomba!)
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DEMOLIDOR - O HOMEM SEM MEDO
Assisti a este filme na quarta-feira 22/10. Confesso que meu maior interesse em assistir a Demolidor - O Homem Sem Medo (Daredevil, EUA, 2003, de Mark Steven Johnson, com Ben Affleck, Colin Farrell, Jennifer Garner, Michael Clarke Duncan) foi a presença do gostosão Ben Affleck no papel título e de brinde o sexy Colin Farrel como o vilão Mercenário. Mas não só por isso, lógico, é que as adaptações de quadrinhos para o cinema têm chamado minha atenção depois de X-Men, Homem Aranha e até mesmo Hulk que foram filmes que achei legais. Demolidor é um filme igualmente bem produzido e divertido, gostoso de assistir. A trama é a seguinte: Após descobrir o verdadeiro trabalho de seu pai, o jovem Matt Murdock (Ben Affleck) sofre um acidente que faz com que fique cego e tenha seus sentidos ampliados, além de ganhar um apurado radar mental, que faz com que consiga perceber o que ocorre à sua volta. Já adulto, Matt estuda Direito e passa a treinar arduamente artes marciais. Com isso passa a ter uma vida dupla: durante o dia é um conceituado advogado e à noite passa a usar suas habilidades super-humanas para combater o crime, sob o codinome Demolidor (fonte: www.adorocinema.com.br). Como o personagem interpretado por Ben Affleck, o herói do filme, é cego, foi interessante a maneira como os produtores apresentaram a maneira dele "ver" o mundo guiando-se pelos sons, numa espécie de "visão alternativa". Com doses equilibradas de ação, comédia e romance, Demolidor é um bom filme pipoca, um passatempo agradável. NOTA: 6
That's it!
enviada por Garland
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