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04/01/2004 15:12
TRANSA A TRÊS: O RELATO - PARTE FINAL
O primeiro post do ano é a continuação do relato de meu mènage a trois. Finalmente consegui postar a segunda parte da foda a 3 que daqui a pouco já ia fazer aniversário tamanha demora, ehhe. Well, acho que valeu esperar, o relato ficou completíssimo. Espero que curtam!

ATENÇÃO! Relato explícito de sexo entre homens. Se você não curte pornografia e palavras vulgares é melhor que nem leia o texto a seguir!

Eu estava deitado na cama enquanto Danny (que acabara de voltar do banheiro) e Christian colocavam as camisinhas. "Ah, por que os dois colocaram camisinhas? Um tinha que tá sem para ser chupado enquanto o outro mete!", eu falei. "Que nada, um come o outro", falou Christian. "Humm sendo assim..." respondi. Fiquei deitado lado para Danny que veio penetrando aquele cacete em mim, o pau dele é um pouco grande para meu gosto, mas eu estava com tesão e aguentava numa boa. Enquanto Danny fodia meu cu, Christian se posicionava para enrabá-lo. Logo estávamos os três engatados, Danny no meio. A movimentação não estava das melhores, então deitei-me de bruços abrindo as pernas para Danny socar em mim, ele não se fez de rogado e deitou-se sobre mim metendo a vara até o talo. Christian veio por cima e começou a meter em Danny, ficamos nesse sanduichão por um tempo. Estava muito gostoso, mas a penetração de bruços é profunda e eu gemia e às vezes gritava sentindo o pau de Danny arrombando meu rabo com tudo, é inevitável eu gemer um monte de tesão e uma certa dor quando levo pau com essa intensidade, quase ia a loucura. "Não vão gozar ainda hein, eu quero muito mais!", falei. "Não se preocupe, mesmo que a gente goze depois tem mais", um deles falou.

Os três gemiam de tesão, mas logo decidi mudar de posição, sugerindo treparmos em pé, pois assim seria mais fácil fazer o trenzinho que eu tanto desejava. Nos levantamos e ficamos em frente ao espelho, um espelho de corpo inteiro no qual era possível ver na totalidade os três agarradinhos. Seguimos no mesmo esquema: Danny no vagão do meio me enrabando e levando rola de Christian ao mesmo tempo. Danny obviamente era quem melhor aproveitava a situação. Mas eu estava sentindo muito prazer e Christian, metendo no rabo gostoso de Danny, também devia estar. Nos olhávamos no espelho e a visão daqueles três caras engatados se fodendo era ótima. O desenrolar dos movimentos a princípio não era das melhores, mas aos poucos foi melhorando. Danny para Christian me segurar pela cintura de modo que os movimentos fossem mais ritmados e em sintonia. Ficamos um bom tempo nesse trenzinho. Eu abaixava a cabeça até quase os pés sentindo o pau de Danny até o talo enterrado em meu rabinho. Meu pau estava duro e eu estava louco para gozar, mas eu desejava meter também, não podia gozar ainda! Christian e Danny não pensavam da mesma forma e depois de alguns minutos anunciavam que iam gozar. Christian gozou primeiro no cu de Danny que, por sua vez, não tardou a esporrar metendo em mim.

Fui ao banheiro Danny deitou-se na cama, eu queria é fuder ele, sentindo o pau de Christian em mim ao mesmo tempo, mas o viado do Danny começou a regular a bundinha, dizendo que não ia dar, que estava ardido e não sei mais o que. Fiquei muito puto. "Ah não, nem pensar, deixa disso, eu quero meter, vai virando, vira, vira". Fui pegando uma camisinha e encapei meu pau, mas Danny se recusava e continuava deitadão. Falou que poderia me chupar enquanto eu dava, mas que não ia dar. Disse a Christian que queria que ele me comesse e mandei trocar a camisinha, deitei-me de lado e Christian começou a me foder, não deu 1 minuto eu já estava esporrando e enchendo minha camisinha, o tesão era demais fazia tempo que eu queria gozar e não consegui mais agüentar. Droga, e Danny? E meu desejo de ser o vagão do meio?? Bah, que merda!

Meu pau depois dessa gozada bem dada não endurecia para que eu pudesse comer Danny. Já o de danny estava uma rocha de novo e o pirado de Danny encafifou que queria fazer o Christian. Insistiu, insistiu e Christian só diendo que não rolava, que nem pensar que ele ia dar. Acho que Danny queria tanto porque o rabinho de Christian é lindo, muito tesudo, e também porque o christian tem um tremendo jeito de passiva. Danny chegou a encapar o pau enquanto insistia para foder o loiro, ams o loiro só se esuivava, irredutível. Meu pau começava a ficar duro, então encapei ele. Mas como acontece às vezes, bastou encapar pra eu ficar meia-bomba, grrrrr camisinha É FODA, eheh. Danny seguia se recusando a me dar o cu, e os dois de olho em meu rabinho querendo tentar dupla penetração comigo, ahuaha jura!! Mas pra atiçar Danny eu disse que se ele liberasse o cu pra mim eu deixava eles tentarem uma DP comigo. Danny se empolgou e ficou de frango assado para mim enquanto loiro vinha por trás, sem meter. Mas meu pau me deixou na mão, também fazia minutos ele tinha esporrado, mal se refez. "Ah pau mole não vai dar" disse Danny. Grrr que raiva me deu de não tá durão!

Vendo Danny em frango assado, Christian não resistiu e pediu para Danny dar pra ele nessa posição. "Ah vai, meu amor, só um pouquinho!". "Meu amor? ahahahah" Danny e eu ríamos. Mas Danny topou e foi lindo de ver Christian fodendo o cara, ver o pau entrando e saindo do rabo de Danny e o carinha gemendo como louco, quase chorando, ele devia estar todo ardido mesmo. Dava para Christian, mas relutava de certa forma, reclamava de dor, e Christian fodendo ele sem parar. Danny logo pediu para Christian parar. Eu não havia desistido de meter, e meu pau tava duro de novo, mas percebi que Danny tava meio esfoladinho já e era melhor não vacilar, mesmo assim eu falei que se ele topasse me dar poderiam tentar uma DP comigo. Montei em Danny e ele me comeu um pouco assim enquanto Christian vinha por trás colocando o pau nas proximidades de meu cu. "Nem pensar!" eu disse para Christian. "Só brincando", falou ele. Nem lembro se Christian trocou de camisinha, só sei que depois montei sobre ele dando gostoso. Senti Danny tentando enfiar um dedo junto com o pau. "É impressão minha ou tu tá tentando enfiar um dedo? Tá maluco!" Na certa ele queria me alargar pra tentar encaixar o pau junto com o de Christian, fala sério que eu ia deixar pra depois ficar com o cu imprestável! "Eu topo tentar dar pra vocês ao mesmo tempo, mas só se Danny me der o rabinho senão não rola!", falei. Mas não ia rolar.

Christian me comia em frango assado e Danny, atrás dele tocava uma até gozar nas costas do loiro. Não sei por que razão, talvez para pegar uma toalha, Danny acendeu a luz. Christian adorou a idéia de sairmos da penumbra e passar pra claridade total e disse pra Danny deixar a luz acesa. Eu pedi pra desligar, pois eu a essa altura estava todo descabelado e suado, uó, levando vara. Mas Danny também se empolgou, de fato com luz acesa era mais excitante ver o pau de Christian arrombando meu cu. Danny, ficou ao lado, vendo o pau de Christian entrar e sair de meu cu enquanto eu gemia como um louco, doido de prazer. Doido e doído, porque meu cuzinho estava em brasa, ardendo pra caralho, agora eu até entendia melhor o lado de Danny, ehhehe. Christian bombava com gosto, sem parar. Danny atrás dele agora apreciando a visão. Nao agüentando de tesão comecei a tocar uma e gozei litros de porra, lambuzando todo o meu peito, gozei muito. Mas Christian não gozou metendo. "Ah, ninguém gozou em cima de mim, eu queria isso!" falei, bem puto, pedindo para Christian gozar em minha barriga e peito. Ele então tocou uma até esporrar sobre mim e eu espalhei sua porra junto da minha, aí peguei e passei um dedo na cara de Danny que estava ao lado só assistindo.


Um calor louco e fui correndo para o banho deixando os dois a sós, Tomei meu banho e na volta eles estava vendo fotos de Christian. "Que intimidade é essa, pra mim vc nunca mostrou foto né safado?", comentei em tom de brincadeira. Todos pelados ainda, Danny deitou-se me mostrando seu cuzinho que ele havia depilado. Conversamos algumas amenidades, depois pus minha cueca e mandei eles irem tomar banho juntos. Aí ficamos conversando, eu à porta do banheiro assistindo os dois pombinhos se ensaboarem. A essa altura eu já havia sentido um clima de intimidade entre eles que não me caiu muito bem. O fato de Danny regular o rabinho pra mim me deixou meio puto, era como se um privilégio exclusivo para Christian. Eu achava natural eles demonstrarem mais interesse entre si, afinal eles eram "novidade" uma para o outro, mas logicamente, curtindo Danny como curto, eu estava meio irritado com o climinha, embora eu não demonstrasse. O que passou por minha cabeça foi que Danny dispensava atenção ao loiro para tentar seduzi-lo, posso estar errado, mas sei que Danny é meio interesseiro e nesse caso ficar "amiguinho" de Christian era um bom negócio pra ele, afinal o loiro mora num apartamanento bem bacana, tem carro, vai a baladas de Floripa com freqüência podendo dar carona a Danny, enfim, tudo isso me passou pela cabeça. O resto de nossa noite eu já contei em um post anterior, este aqui foi só para relatar a foda em seus mínimos detalhes, como é meu costume.

O saldo final da trepada a 3 foi positivo. Não fiz meu desejado trenzinho, metendo e levando pau ao mesmo tempo e isso me deixou um pouco frustrado. O clima entre Danny e Christian, a partir de certo momento da noite, também me irritou um pouco, mas acho que foi algo normal, embora chato para mim. De resto, posso dizer que foi uma foda bem gostosa e para primeira transa a 3 rolou muita coisa legal e uma afinidade boa entre todos os envolvidos. Claro que faltaram algumas coisinhas, como um mamando e dando ao mesmo tempo por exemplo, mas são detalhes que esquecemos e que ficam para uma próxima vez. Com outros caras provavelmente. No geral, tudo correu mais ou menos conforme meus planos e a foda foi do jeito que eu havia imaginado: uma delícia.

That's it!
enviada por Garland



30/12/2003 04:09
INCONSTÂNCIA, INCONSTÂNCIA, INCONSTÂNCIA
Cheguei do Rio Grande do Sul neste domingo 28/12, eram mais ou menos 20h. Vim de carro com meus pais e a Drika, nossa cadela. Saímos de lá as 15 para as 6 da manhã. A viagem foi infernal para mim. Quase enlouqueci de stress, não chegávamos nunca, 14 horas viajando e eu fiquei extremamente mau-humorado, irritado e insuportável, coisa bem típica, pois detesto viagens longas assim, fico péssimo. Felizmente não enjoei, apenas tive uma queimação no estômago durante boa parte da viagem. Cada vez tomo mais consciência de que realmente viajar não é comigo, é tão bom conhecer lugares novos, (re)ver amigos etc, pena que tenha que viajar para chegar nos lugares, grrrrrrrrr.

Dessa vez foi pior pois houve um agravante: uma idéia obsessiva de que sofreríamos um acidente. Eu fui de ônibus, com minha irmã, a viagem de ida foi boa, não me senti estressado, viajamos de noite. Só que desde que saí daqui de BC rumo ao RS eu pensava que na volta para casa ia me acidentar, que ia morrer, me via todo ensanguentado e estoporado entre as ferragens de nosso carro. Não sei de onde tirei mais essa!! Talvez fosse uma certa fobia, reflexo de tanto tempo sem andar de carro, sem viajar. No retorno para casa a história continuou: eu pensava a todo tempo que nos acidentaríamos, a idéia não saía de minha mente e isso intensificava minha raiva, odeio pensar sem parar em algo que NÃO quero pensar, ainda mais nessa merda de acidente. Perguntei para minha mãe o que a gente precisa fazer para parar de pensar em alguma coisa, eu lembrava que havia alguma coisa, massagem, simpatia, sei lá, só não lembrava o que era preciso fazer. Minha mãe me lembrou: é preciso ficar repetindo "Inconstância, inconstância, inconstância..." que logo o pensamento ia embora. Então, durante a viagem me vi repetindo essas palavras com freqüência, parecia funcionar no momento, mas não demorava tava eu pensando merda de novo.

Mergulhei na leitura de meu livro, faltavam poucas páginas para eu acabar. Depois do post sobre Simone aqui no blog dias atrás, senti vontade de re-ler EU, CHRISTIANE F., Treze anos, drogada, prostituída... e pedi a minha irmã que o retirasse na biblioteca para mim antes de nossa viagem. Faz 10 anos ou mais que eu li este livro pela primeira vez, creio que foi em 1993, não tenho certeza, eu era adolescente. O livro de Kai Hermann e Horst Rieck me marcou, pois sua história era muito "absorvente", o mergulho da jovem Christiane F. no mundo das drogas e da prostituição era extremamente interessante e li o livro rapidamente. Por se tratar de uma história real, mostrando as fotos dos personagens e tudo, o livro era mais chocante ainda, pois sua narrativa era bem crua, não poupava detalhes das crises de Christiane. Como eu não lembrava quase nada do livro, apenas lembrava que havia adorado lê-lo e que foi um dos livros mais legais que já li, decidi relê-lo. E minha impressão sobre EU, CHRISTIANE F., Treze anos, drogada, prostituída... segue a mesma: intrigante, muito bem escrito, de leitura agradável, enfim, um grande livro. Não é à toa que se tornou um tremendo best seller e passados mais de 25 anos segue sendo leitura obrigatória para entender o universo da droga. Também o filme, de 1981, baseado no livro continua sendo exibido nas escolas ano após ano. A versão que li desta vez (capa abaixo) é da editora Abril Cultural, sem fotos, mas a versão que eu havia lido pela primeira vez era outra e trazia fotografias da turma de Christiane F. Recentemente foi relançado em edição muito bonita, também com fotografias.

A leitura de "Eu, Christiane F" me ajudou bastante a passar o tempo, não só na volta pra casa, mas também nos meus dias tediosos lá no RS. Minha avó estava doente, baixada no hospital e isso fudeu tudo pois meus planos eram ficar na casa dela, passar o Natal lá, numa boa, para poder ficar o máximo de tempo com ela, já que acredito que ela pense que não ligo muito pra ela. Desde que fui para Curitiba ano passado que eu não a via, em fevereiro de 2004 ia fazer 2 anos. Com a doença de minha vó acabei ficando um tempo na casa de tias, revi minhas primas, foi legal. Vi uns dvds por lá, ajudou a evitar o tédio total.

Em uma noite recebi um telefonema de Rick, meu amigo de Campinas, foi inesperado, mas achei bem legal poder conversar com ele, eu estava com saudades do meu blog e da galerinha que conheci através dele, conversar com Rick de certa forma me trouxe um pedacinho desse mundo que eu havia "deixado em casa". Adorei falar com Rick.

Minha avó deu alta no dia 24 e chegamos na cidadezinha dela ao anoitecer. Resultado: nada de ceia legal, nada de clima natalino. No dia 25 também nada de especial, apenas um almocinho mais incrementado.

É incrível como me sinto deslocado em meio a família de meu pai! Meu mundo é diferente do deles, não existe sintonia alguma. Com tios, primos e mesmo com minha avó existe sempre uma certa estranheza, realmente não tenho nada a ver com eles. Acho isso chato, as coisas não deviam ser assim, mas simplesmente não me adapto. Eu me esforço mas não consigo evitar que a estranheza transpareça às vezes. Mundos diferentes mesmo.

Antes que comecem a perguntar "e aí fudeu muito nesses dias?" já vou dizendo que não rolou nada! Eu sabia que não rolaria nada mesmo afinal eu estava em família. Confesso que senti um certo tesão por meus primos que estão bem gostosos, bronzeados, um deles dormia no mesmo quarto que eu, às vezes só de cueca, me passou até umas besterias pela cabeça, tipo ir até ele, pagar um boquete ou coisa do tipo, mas eu jamais faria isso, até porque rola a tal "estranheza" com ele, se troquei meia dúzia de palavras com ele nesse tempo todo foi muito. Além do mais eles são tão calados também, meio assim bicho do mato, até meio mal-encarados eu diria. ESTRANHEZA.

Uma coisa legal desses dias no RS foi que revi meu cachorrinho, Ralf (quem acessa meu blog há tempos, já deve ter visto uma foto minha segurando-o nos braços, é um pincher branco). Mas foi triste ao mesmo tempo. Quando cheguei na casa de minha prima, que é onde ele vive agora, avistei um cusquinho tão magrinho, corcunda, debilitado, e isso partiu meu coração. Ele nem fez festa pra mim, parecia nem ter forças, estava doentinho. Ele envelheceu muito desde fevereiro do ano passado que foi a última vez que o vi, no dia que fui para Ctba. Vai fazer 8 anos em abril de 2004, espero que ele viva até lá. Peguei meu cachorrinho no colo e senti vontade de chorar, pobrezinho... Acho que ele é bem cuidado lá, mas obviamente não tão bem cuidado como era quando vivia com a gente. Soltei-o no chão e ele me surpreendeu, enfim, não estava tão moribundo assim pois se assanhou para Drika, passava só cheirando a xaninha da Drika, ficou mais animadinho. Enfim, acho que esta foi a última vez que vi o Ralfinho, creio que não o verei mais com vida, ele tá muito velhinho já, mas espero que viva muito mais, espero revê-lo um dia.

Enfim, o lado bom da viagem ao RS foi rever os parentes, principalmente minhas primas por parte de mãe, com quem passei minha infância. O casamento de uma delas foi uma das coisas legais desses dias lá, eu filmei a recepção e até que a filmagem ficou legalzinha. Outra coisa legal foi que lá eu regulei meu sono, indo dormir cedo, em torno de meia-noite, 1h e acordando pela manhã, coisa que há muito eu não fazia. Reler Christiane F. também foi algo bom, e que se eu continuasse em casa duvido que aconteceria, pois aqui sempre fico no pc e ler um livro é algo raríssimo.

As coisas chatas da viagem foram a doença de minha avó, a "ausência" de clima natalino devido a isso, os kilos a mais que eu ganhei principalmente na barriga pois comi como um condenado nestes dias, a minha pele que ficou péssima cheia de espinhas e o tédio que eu sentia às vezes, sem nada para fazer. Até que não foi tão grande o tédio, pensando bem, eu esperava que fosse ser bem pior, ficar longe do pc não foi algo tão ruim como eu pensava, foi uma espécie de férias.O retorno para casa foi um saco e a idéia de acidente também foi uma porcaria que me atormentou e faz parte das coisas ruins da viagem ao RS.

Well, mas o que importa é que estou em casa, são e salvo, felizmente não sou "intuitivo", a história de acidente não foi nenhuma intuição do que estava para acontecer. Foi tudo neura mesmo. Melhor assim.
.......................
CONFUSO, INSTÁVEL, IRRITADO, TRISTE, DEPRIMIDO... HELP!

Chegando de viagem, entrei no Msn, para conversar um pouco com meus amigos. Meu desejo era teclar com Danny, pois pensei com freqüência nele, lá no RS. Ele me mandou algumas mensagens de celular, de feliz natal, esse tipo de coisa, enquanto eu estava lá. Felizmente ele logo apareceu no msn e começamos a teclar. Danny anda muito puto, desde nossa foda a 3 ele marcou encontro com caras com freqüência e me contou que nessa semana que passou fudeu muito com um carinha aqui de BC, passivo, Danny foi só ativo com ele. Sabe, tenho um pouco de inveja de Danny, ele parece ser 50% ativo 50% passivo, eu gostaria muito de poder ser assim, me garantir nas duas coisas: quando encontra um passivo gostoso mete pra dentro numa boa e quando acha um ativo gostoso dá numa boa, as possibilidades de prazer são duplicadas assim. Infelizmente não me garanto como ativo, pois mesmo curtindo muito meter nem sempre tenho tesão no cara para comer ele. Só em meu namoro com CWB senti como é ser 50% ativo e 50% passivo, curti muito, mas meu psicológico impede sair combinando foda com passivos com intenção única de ser ativo, tenho receio de fracassar.

O papo com Danny foi legal, pois eu queria saber como ele estava, mas ao mesmo tempo me deprimiu muito. Eu gostaria tanto de ir novamente ao psicólogo!! Está sendo difícil lidar com certas coisas sozinho. Tenho estado muito confuso, não gosto das coisas do modo como estão acontecendo comigo, não gosto de minha INCONSTÂNCIA, INCONSTÂNCIA, INCONSTÂNCIA... Um dia estou gamado em Danny, pensando muito nele, dali a pouco estou pensando em Kiko, gamado nele. Isso é absurdo!! Será possível estar gamado em duas ou mais pessoas ao mesmo tempo?? Sentir ciúmes dessas pessoas?? Sim, parece loucura, mas quando Danny me fala de suas fodas eu sinto ciúme, um pouco de raiva também, imagino ele com outro cara, trepando, beijando, etc e grrrrrrr fico irritado, isso me deixa mal de certa forma. Odeio sentir isso, não tem cabimento!! Meu amigo Rick, com quem desabafei nessa mesma noite, me disse que assim que eu conhecer outro cara isso tudo passa. Eu tenho consciência disso, sei que é assim mesmo, mas ao mesmo tempo me vejo com um pouco de receio de conhecer outro cara e gamar de novo engrossando a lista de carinhas por quem meu coração bate mais forte. Não quero sofrer. Não quero gostar de quem não sente o mesmo por mim. Merda!

Eu já havia quase me desligado de Danny, ele estava namorando e parecia animado com isso, portanto aceitei isso numa boa e "já que ele tá namorando, vou ficar na minha e viver minha vida, que seja feliz". Mas, de repente ele me chama pra sair, topa foda a três, se reaproxima, trepamos, e tudo volta com força total, volto a pensar nele, gamado novamente... Sinto que esse meu lance com Danny me faz mal, pois sinto "algo mais" por ele e tenho a sensação de que ele não sente "algo mais" por mim. Tenho a sensação de que não represento grandes coisas pra ele, ele me tira pra amigo, acredito até que seja uma amizade meio interesseira pois posso dar dicas de bofes para ele, dizer se vale a pena ou não, coisas do tipo. Ele disse que se eu encontrar um bofe bom que é para eu dividir com ele, fazermos a três novamente. A idéia me parece legal, gostaria de fazer a três de novo, mas ao mesmo tempo tenho medo de me magoar ao ver Danny dar prioridade para o carinha "novidade" e me deixar de lado na transa. Isso eu não quero. Às vezes penso que se eu cortasse contato com Danny de uma vez eu não sofreria com essas coisas, não saberia dele nem de suas transas, não sentiria mais ciúmes, ignorando o que acontecia com ele. Mas ao mesmo tempo penso que fazer isso seria uma babaquice de minha parte, para quê cortar relações com o cara, vai fuder por aí Garland e aceite que ele também tem todo direito de fazer o mesmo, para que possessão com alguém que nem é seu? Seria tão mais fácil se eu visse as coisas de maneira prática, desapegada, aceitando que Danny é um amigo, um parceiro de foda, alguém para ter prazer e trocar figurinhas, nada mais!! Acho que preciso ampliar mesmo minha lista de ficantes, quanto mais melhor, assim me divido entre um e outro, deixo as neuras de lado e pego o bom de cada um, mas isso não é fácil.

E se eu arranjasse um namorado? Tenho medo. Acho que "eu sou de todo mundo". Se eu tentasse me dedicar a um só cara teria que ser O CARA, e mesmo assim tenho receio de que por exemplo se Danny ou Kiko ou algum desses caras que eu sou gamadão me chamasse pra uma foda eu sofreria com conflito entre o grande desejo de ir e o remorso de trair meu namorado. Eu não gosto de trair, nunca traí, portanto o cara que eu fosse namorar teria que me satisfazer plenamente e bastar para mim. Agora me diz onde encontro um cara assim?? 0,0001% dos caras que circulam por aí são capazes de preencher esse meu "requisito" básico. Meu amigo virtual Ígor tem um namorado há mais de um ano, Ígor o trai muito, me contou ontem mesmo de uma foda com três caras, deu para todos, chupou, comeu, fez trenzinho. Ígor fode com os caras e parece não ter remorso nenhum, para ele é só sexo, seu namorado é outro departamento. De certa forma acho que o namoro preenche a necessidade de Ígor de um relacionamento, de ter alguém que se importa com ele, alguém com quem dividir os sentimentos, passear, se divertir. Ele gosta do namorado dele, o trai aos montes, mas gosta de ter esse namorado. Talvez fosse uma alternativa para mim, arranjar um namorado sem deixar de trepar com outros caras quando eu tiver vontade. Mas sei lá, intimamente sei que não é minha cara fazer isso... UFAAAAAA, quanta neura!!! Socorro!

Ao término de meu papo com Danny eu estava deprimido, me sentindo triste e confuso. Eu quero me libertar dessas amarras que me prendem a certos caras, curtir o lado bom dessas relações, deixando as neuras, ciúmes e toda essa merda de lado. Tá difícil, nem sei se isso é possível, não sei se algum dia terei tanto desprendimento, mas vou tentando.

That's it!
enviada por Garland



30/12/2003 04:05
MÚSICA DA VEZ
IN MY PLACE, de COLDPLAY


Já fiz um post especial sobre como entrei em contato, através do Japinha, com o som da banda inglesa Coldplay, portanto não vou me repetir, quem quiser conferir clique AQUI e vá ao post do dia 21/08/2003. Coldplay tem o estilo de som que eu curto, uma sonoridade a lá Radiohead, uma pitada de The Doors, algo de U2, mas creio que a banda tem personalidade própria e suas músicas algo melancólicas são uma boa pedida para os momentos mais deprê. Por isso escolhi In My Place para tocar aqui no blog nesta semana. É uma de minhas preferidas do Coldplay, faz parte do álbum A Rush Of Blood To The Head.

In My Place é uma canção muito bonita e tem a ver com o momento que tô passando. O título remete a meu retorno para casa, finalmente estou NO MEU LUGAR, e como já dizia Dorothy em O Mágico de Oz: Não há lugar como nosso lar! Depois de alguns dias passando de casa em casa, dormindo na casa de parentes eu estava ansioso para retornar ao meu cantinho, às minhas coisas, ao meu lugar. Mas chegando aqui uma deprê se instalou, e In My Place com seu ritmo um tanto depressivo reflete um pouco isso, como na letra da canção há certas coisas em mim que estão difíceis demais para eu mudar, me sinto meio perdido. Me vejo cansado, despreparado. Triste. Como costumo dizer, sei que isso não dura muito, nunca fico deprê por muito tempo, mas sei que a causa disso é uma coisa que vai retornar na minha mente com freqüência pois é o que tenho vivido e não está muito fácil de mudar.

Com certeza Coldplay estará presente novamente aqui no blog, tem várias músicas que gosto, prometo então falar mais sobre a banda e seu maravilhoso trabalho e deixar minhas neuras de lado nesses posts futuros. Por hora, fique com a letra desta bela canção e sua tradução:

IN MY PLACE

In my place, in my place
were lines that I couldn't change
I was lost, oh yeah

I was lost, I was lost
crossed lines I shouldn't have crossed
I was lost, oh yeah

Yeah, how long must you wait for it?
Yeah, how long must you pay for it?
Yeah, how long must you wait for it?

I was scared, I was scared,
tired and underprepared
but I'll wait for you

And if you go, if you go
leaving me down here on my own
Then I'll wait for you, yeah

Yeah, how long must you wait for it?
Yeah, how long must you pay for it?
Yeah, how long must you wait for it?
Oh, for it?

Sing it please, please, please,
Come back and sing to me,
To me, me.
Come on and sing it out, now, now.
Come on and sing it out
To me, me
Come back and sing.

In my place, in my place
were lines that I couldn't change
I was lost, oh yeah
oh yeah

EM MEU LUGAR

Em meu lugar, em meu lugar
havia linhas que eu não podia mudar
Eu estava perdido, oh sim

Eu estava perdido, eu estava perdido
cruzei linhas que não deveria ter cruzado
Eu estava perdido, oh sim

Sim, por quanto tempo terá que esperar por isto?
Sim, por quanto tempo terá que pagar por isto?
Sim, por quanto tempo terá que esperar por isto?

Estava apavorado, eu estava apavorado
Cansado e despreparado
Mas esperarei por você

Se você for, se você for
Deixando-me aqui sozinho
Então esperarei por você

Sim, por quanto tempo terá que esperar por isto?
Sim, por quanto tempo terá que pagar por isto?
Sim, por quanto tempo terá que esperar por isto?
Oh, por isto?

Cante, por favor, por favor, por favor,
Volte e cante para mim
para mim, mim

Venha e cante isto agora, agora, agora
Venha e cante isto
Para mim, mim
Venha e cante.

Em meu lugar, em meu lugar
Havia linhas que eu não podia mudar
Eu estava perdido, oh sim
Oh sim


Espero que tenham gostado da música desta semana, esta é a última canção do Volume 1 da trilha sonora do meu blog. Semana que vem, junto com o ano novo, inicia-se o Volume 2, sempre com músicas que eu adoro, que são marcantes para mim, que lembram ocasiões ou pessoas especiais. Em cada volume quero colocar pelo menos uma canção escolhida por algum leitor do blog, no Volume 1 foi Ball And Chain, de Janis Joplin, especialmente para Márcia, que contou aqui, na seção de comentários, a razão de essa música ser especial para ela. Vejamos quem será o próximo amigo especial que terá sua música preferida tocando aqui!

That's it!
enviada por Garland



30/12/2003 04:01
BRINCANDO DE DETETIVE
Você quer ver uma foto do DANNY? Vá a luta, seguindo essas dicas:
Acesse o site www.fervo.com.br. Dentro deste site procure a seção Fervendo na Noite, onde há a cobertura das baladas de Floripa e região, lá você encontra fotos das principais festas que rolaram nas casas noturnas gays de SC. Entrando nessa seção, a de Fotos Exclusivas encontre na barra lateral, na parte de Datas, a cobertura fotográfica de uma excursão à boate Bass Club, de Curitiba, no dia 14/11/2003. Clique para ver a seção de fotos. Entre essas fotos você encontrará uma foto de Danny de rosto colado com seu "namorado" de Curitiba. Lembre-se que o Danny é meio parecido com o Márcio Kieling, a boca é bem parecida, portanto preste atenção na foto abaixo que não tem erro. O primeiro carinha parecido com o Márcio Kieling, de piercing, agarradinho em outro cara é o Danny. Boa sorte!

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ILUSÃO DO DIA
10 segundos. É o tempo que você tem para encontrar uma cabeça na imagem abaixo.

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SORRIA!
Encontrei isso em um blog de uma leitora do Dirty Pearls, não resisti e acabei roubando para compartilhar com vocês.

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Ainda esta semana a segunda parte da minha foda a 3. Não perca!

That's it!
enviada por Garland



30/12/2003 03:58
TRANSA A TRÊS: O RELATO - PARTE 1
Há tempos eu tinha a fantasia de transar a 3, na verdade já o fiz há tempos atrás mas foi uma porcaria porque eu não curtia um dos caras, mal tive contato sexual com ele naquela transa portanto não a considero uma "transa a 3 pra valer", futuramente relatarei aqui, em uma Seção Flashback, como foi esta experiência. As oportunidades de transa a 3 sempre surgiam, comum no chat ter caras a procura de um terceiro para fazer um mènage a trois, no entanto eu sempre tive um "ideal" de sexo a 3: eu queria que fosse com outros dois caras que eu curtisse, que eu sentisse tesão pelos dois, eles por mim e entre si, enfim, que rolasse tesão entre os 3 envolvidos. Outro requisito era que eu não gostaria que em minha primeira transa a 3 "pra valer" apenas eu fosse o passivo, a idéia de eu lá dando e chupando, sendo a "putinha" dos dois não me agradava, pelo menos não para minha primeira foda a 3. Eu desejava que pelo menos um dos outros dois também fosse ativo e passivo, gostaria de ver o carinha dando, ver o pau entrando, assistir um cara metendo no outro. Mas minha maior fantasia para uma transa a 3 era um trenzinho, eu sendo o vagão do meio, sentindo um pau em meu cu ao mesmo tempo que eu metia num rabinho, a idéia me deixava super animado para uma transa a 3, as inúmeras possibilidades de prazer entre os 3 caras prometiam uma transa completa e muito gostosa.

Mas, mesmo desejando muito, eu sempre acabava me esquivando quando propunham foda a 3, a idéia de trepar com 2 desconhecidos me punha um pouco de "medo", de repente podiam ser mau-caráter e aí eram 2 contra 1, podiam querer barbarizar comigo. Também o fato de que com dois estranhos eu poderia não me sentir muito à vontade e o receio de chegar ao encontro e perceber que um dos dois não me atraía e ter que transar a 3 sem curtir um dos dois acabavam sendo impecilhos na hora de marcar uma foda a 3.

Mas, eis que surge uma oportunidade perfeita para minha primeira foda a 3 de verdade: promover um encontro entre dois caras com quem eu já havia trepado individualmente!! Os escolhidos foram o gostosinho do Danny com quem eu já havia tido uma transa excelente e porquem acabei gamadão, e o loiro Christian com quem eu havia trepado duas vezes e que apesar de as transas terem deixado um pouco a desejar eu sabia que era gato e camarada. Como era eu que promovia o encontro era necessário que ambos fossem gatos e tivessem passado no meu "teste de qualidade" (hehehe), afinal era necessário que eles se curtissem também para que a foda fosse perfeita, do jeito que eu sonhava. Já contei em outro post como armei esse encontro ocorrido dia /12, faltou apenas a melhor parte: o relato de tudo o que rolou na cama. Ficou enorme, afinal a coisa foi intensa e variada, por isso tive que dividir em duas partes. Fique com a primeira:

ATENÇÃO! Relato explícito de sexo entre homens, contendo palavras vulgares. Não gosta de putaria?? Tá chocada? Então nem leia, baby!!

Entramos Danny e eu no apartamento de Christian. Fiz as apresentações e nos sentamos Danny e eu em um sofá, Christian em outro. Eu sabia que quem devia conduzir a situação era eu, afinal eles não se conheciam, Danny nem mesmo havia visto foto do loiro. Estava em minhas mãos "quebrar" o gelo e fazer com que os caras se sentissem a vontade. Enquanto conversávamos, sentados, comecei a acariciar Danny, passando a mão em sua perna, depois acariciando sua nuca. Ele parecia ansioso para iniciar o amasso e em poucos segundos, não resistindo, nos beijamos. Havia um tesão entre nós, fruto da química que eu constara na primeira vez em que transamos lá na casa do Danny tempos atrás, então foi natural que nossas bocas se sentissem "atraídas" e que o beijo tivesse rolado tão depressa. Ficamos mais próximos, beijei o pescoço de Danny, e ele na curva de meu pescoço fez o mesmo. Enquanto isso, Christian, sentado no sofá em frente, assistia nosso amasso. Mas não abusei, cabia a mim inserir Christian na história e não tinha cabimento ficar fazendo exibicionismo para ele, afinal ele devia participar também! Chamei ele, pedindo que se sentasse a meu lado, e assim ele fez, ficando eu no meio de Danny e Christian, espremidos no sofá. Assim que Christian se sentou, acariciei sua perna e logo o beijei. Estávamos os 3 meio amontoados, eu com a perna propositalmente postas sobre a deles, deixando a boca de Christian imediatamente dei novo beijo em Danny e no momento em que escorreguei o corpo para beijar seu peito, eles se beijaram, sobre minha cabeça. Passava a mão no peito de ambos e deixava eles se beijarem, depois subi novamente até que minha boca estivesse ao alcance da boca de ambos e então demos nosso primeiro beijo a três. Sentia minha língua misturar-se às línguas deles, uma sensação bem gostosa.

"Que tal se a gente fosse para a cama? Mais confortável", falei. O tesão estava grande entre nós e logicamente eles também queriam logo ir para o quarto. No quarto, começamos a tirar nossas roupas, ficando os três de cuecas sobre a cama, meio embolados. Ora eu beijava Danny ora Christian o beijava, enquanto eu acariciava, mordia e beijava o corpo de Danny e ele fazia o mesmo com o loiro. Logo Christian disse que estava com sede e foi pegar champanhe para nós. Foi aí que aconteceu o que para mim foi o melhor momento da noite: ficamos eu e Danny na cama, eu fiquei sobre ele, nos beijamos, nos abraçamos forte, olhos nos olhos, havia uma coisa especial entre a gente. "Que saudade que eu tava de você!", falei. Ele disse "eu também". Nos abraçamos, nos beijamos, corpos colados, beijei seu pescoço, seu corpo. "Ah, tão bom estar aqui com você" eu disse. "É bom estar contigo de novo", ele disse. Eu via em seus olhos sinceridade, via desejo e felicidade por estar ali comigo, havia uma cumplicidade, um clima muito legal. Creio que porque neste momento eu era quem ele conhecia ali, ele não tinha essa cumplicidade com Christian, que ainda era um desconhecido, no entanto ao longo da noite isso mudaria.

Christian retornou com a garrafa de champanhe, disse que não trouxe taças para não quebrá-las, teríamos que beber diretamente na garrafa. Ficamos os três deitados na cama, bebendo champanhe, aos beijos. Eu às vezes colocava a garrafa geladinha em contato com a pele de Danny ou Christian. Depois deixamos a garrafa de lado, e seguimos deitados, fui retirando minha cueca com a ajuda de Danny e, enquanto ele e Christian se beijavam fui descendo e comecei a baixar a cueca de Danny, revelando seu pau duro e lindo, grande e grosso, uns 18 ou 19cm. Em seguida retirei a cueca de Christian, expondo seu cacete igualmente bonito, um pouco menor, uns 17cm, tamanho ideal. Me posicionei entre os caras em um novo beijo a três, depois fui descendo em direção ao pau de Danny e comecei a mamá-lo, gostoso ter o pau daquele gato na minha boca, adoro chupar um carinha que eu tenho tesão de verdade como Danny. Depois passei ao pau de Christian que comecei a mamar de forma caprichada enquanto eles se amassavam e se beijavam.

Não chegamos a combinar previamente, mas não deveria haver exclusividade na transa, isto é, nada de dois ficarem se curtindo deixando um terceiro de fora, nós sabíamos disso e estávamos conduzindo as coisas de forma muito legal, ninguém era de ninguém, e era assim mesmo que devia ser, todos proporcionando prazer uns aos outros. O desenrolar da foda estava do jeitinho que eu sonhara. Fui subindo, lambendo o corpo de Christian e nos beijamos, montei sobre Christian sem deixar de beijá-lo. Então Danny foi até minha bunda que estava arrebitada e caiu de boca, afastou minhas nádegas e começou a lamber meu cuzinho, na hora lembrei as loucuras que fizéramos na nossa primeira e até então única transa. Danny fodia meu rabinho com a língua enquanto eu beijava e acariciava Christian. Logo abaixo de meu buraquinho estava o pau durão de Christian e Danny se pôs a mamá-lo, eu sentia, mas não via, ele mamava o pau e dava uma lambida em meu buraquinho. Logo Danny começou a brincar com o dedinho em meu cu, mas sem metê-lo. Eu sentia o pau de Christian roçando meu cu.

Danny beijava Christian enquanto eu dava uma bela mamada em seu cacete gostoso e ele pegava no pau do loiro. Depois Danny ficou na mesma posição que eu estivera antes, montando sobre Christian. Eu, é óbvio, não pensei duas vezes em cair de língua na bunda deliciosa de Danny, uma das bundinhas que mais adorei meter língua até hoje. Afastei a polpa carnuda daquela bunda tesuda e fui de língua no buraquinho, ele tinha depilado o reguinho, o cuzinho tava gostoso, cheirosinho, não estava apertado, de modo que desta vez foi possível fodê-lo mesmo com a língua. Forçava minha língua em um movimento de vai-e-vem no cu de Danny, ela parecia atá entrar a pontinha no buraco do gato. Ele gemia de tesão enquanto dava um trato em Christian beijando-o muito. Dei uma mamada no pau de Christian enquanto colocava o dedo mindinho na portinha do cu de Danny fazendo um vai e vem e vendo a ponta do dedo deslizar no rabinho do gostoso. Em um momento retirei o dedo para me dedicar a mamar melhor Christian e Danny disse: "Ah, Garland, tava tão gostoso". "Ah, é, então tá!", disse eu retornando a brincar com seu buraquinho. Eu pegava o cacete duro de Christian e o conduzia à entradinha do cu de Danny, forçava, como se desejasse meter aquele pau no cuzinho, esfregava o pau no buraco de Danny.

Depois subi em direção a Danny e comecei a beijá-lo com "gosto" de seu cu e do pau de Christian na boca. Fiquei até um pouco surpreso quando Christian foi descendo em direção ao cacete durão de Danny e começou a mamá-lo com gosto. Afinal Christian nunca chegou nem perto de meu pau, é bem verdade que nem sempre estava duro pois não me excitei direito das vezes que trepei com o loiro. Ao vê-lo mamando Danny pensei que talvez fosse do tipo que quando vê um pau grande não resiste e cai de boca, ou então que apenas desejava agradar Danny fazendo aquilo. Desci para o pau de Danny para "ajudar" o loiro e enquanto ele mamava eu lambia as bolas ou abocanhava a base enquanto ele chupava a cabeça.

Danny também mamou Christian com gula e depois ficou de costas para o loiro esfregar o pau em seu cu enquanto eu mamava ele. Virei-me de modo que Danny pudesse mamar meu pau também enquanto eu o chupava. Ele chupou durante um tempo e depois invertemos posições ficando eu de costas para o loiro e beijando Danny. Virava o rosto e beijava Christian também e rolava beijo a três também. Eu segurava o pau de Danny junto do meu esfregando-os. Deixei Christian e Danny se beijando e desci até o pau de Danny para mamá-lo mais um pouco. Estava babadinho e eu mamava e melava meus lábios e os levava até a boca de Danny para ele provar de seu próprio melzinho. Depois, enquanto Danny e Christian se beijavam fui baixando e comecei a chupar ora um ora outro até colocar os dois paus na boca, entrou apenas as cabeças pois a posição, deitados, não favorecia muito. Mesmo assim dei um banho de língua nos dois paus, segurando-os juntos, esfregando-os e pondo ambos na boca.

Houve um momento em que o loiro montou sobre Danny, eu fiquei atrás e peguei a jeba de Danny e posicionei na bunda do loiro, mesmo sabendo que ele não curte dar o cu, mas apenas por brincadeira. Mamei um pouco o pau de Danny e quase dei uma lambida no rabo do loiro, mas não tive tesão de fazer isso e apenas dei umas mordidinhas e apertões na bunda dele, que por sinal é linda. Mas sei lá, não é qualquer um que tenho tesão pra cair de boca no rabinho e Christian não me dá vontade alguma de fazer isso.

Danny ficou novamente sobre Christian, deitado sobre ele beijando-o. Neste momento peguei a garrafa champanhe no chão e aproveitando que ele estava entertido com Christian despejei um pouco em suas costas. Ele não esperava por isso e naturalmente levou um susto ao sentir aquele líquido em suas costas e em seu rabinho. "Eu não acredito que você fez isso!", gritou ele, meio irritado, mas sem sair de cima de Christian. A verdade é que errei a mão e acabei dando um banho de champanhe nele, exagerei na dose. "Relaxa, isso não é nada", eu disse, esfregando suas costas e espalhando o líquido em seu corpo, em suas nádegas, eu seu reguinho. Depois me pus a lamber, era uma delícia! O gosto do champanhe na pele é uma coisa louca, fica muito gostoso, meio doce meio salgadinho, uma combinação perfeita! Adorei esta descoberta. Lambi e esfreguei o corpo de Danny, aproveitei a posição que ele estava e lambi seu cuzinho novamente, com gostinho de champanhe, dedei um pouco. Ele e Christian pau com pau só aos beijos. Danny ainda estava muito molhado mesmo após o trato que dei com a língua, então fui ao banheiro pegar uma toalha e sequei-o delicadamente, beijando suas costas e sua bunda.

Danny sem sair de cima do loiro se levantou um pouco ficando meio sentado sobre Christian, de modo que o pau do loiro ficou alojado em seu rego. Eu pegava aquele cacete e forçava no buraquinho de Danny. Depois posicionei meu pau, que diante dessa visão estava bem duro, no reguinho de Danny e fiquei esfregando em seu cu, ora esfregava o pau de Christian, ora o meu, ou então segurava os dois paus e esfregava-os juntos no cu do gostoso. Danny baixava o corpo para beijar o loiro e comecei a brincar no cu de Danny, fingindo que ia meter nele, forçando o pau, em um vai-e-vem, segurando a bunda dele, esfregando o pau e forçando. Não é que nessa brincadeira meu pau encontra o cuzinho de Danny e entra de sopetão? Algo semelhante havia ocorrido com Kiko em uma de nossas fodas: nessa brincadeira o pau encaixa e estando o cuzinho descontraído acaba entrando rasgando, nesses casos a dor é imensa. Meu pau entrou "de surpresa" no cu de Danny e o cara deu um gemido alto e caiu pro lado gemendo e quase chorando de dor: "Ai, ahhh, ai, que dor, huuuff, ahh dói demais" ele dizia, gemendo. "Nossa, eu não imaginava que pudesse entrar, desculpa gatinho, foi sem querer, juro, já já passa a dor, tadinho, desculpa", falei, acariciando ele. Christian fazia o mesmo, estávamos ambos "consolando" Danny até que a dor passasse. "Depois eu deixo você se vingar tá, você vai ver, hehe pode fazer o mesmo comigo, você terá sua vingança", falei passando a mão em seu rosto. Deu até pena de ver o gatinho gemendo de dor, mas logo passou e ele tava animadão de novo.

Deitei-me de costas para Danny enquanto Christian posicionou-se atrás dele, em uma espécie de trenzinho. Danny então começou a esfregar seu pau em meu rabo enquanto eu virava o rosto e beijava aquela boca linda dele. Christian por sua vez devia estar esfregando seu cacete na bunda de Danny também. O pau de Danny roçava meu buraquinho e Danny começou a forçá-lo, até que senti a cabeça de seu pau grosso entrando no meu cu. Que loucura, sem camisinha, isso não pode! Mas eu deixei Danny meter até o talo, apenas uma estocada do mesmo jeito que eu havia feito com ele. Creio que isso basta para pegar o vírus do HIV, em todo caso já havia ocorrido por acidente uma penetração então deixei Danny vingar-se, eu sei que ele tem tara por meter sem camisinha. A vontade que eu tinha era de trepar sem camisinha de uma vez, sentir o pau de Danny sem barreiras dentro de mim, sei que é mais legal pois trepava sempre sem com meus namorados. Mas a razão falou mais alto, melhor não dar tanta chance ao azar. Em um momento pensei que Christian estava metendo em Danny, ele forçava seu pau e parecia fazer um vai-e vem. "Vocês estão trepando sem camisinha seus loucos?"."Não, claro que não, a gente tá só brincando um pouquinho".

A hora tinha chegado, não havia porque esperar mais, propus a Danny e Christian de colocarmos camisinha, pois eu estava louco pra trepar pra valer. Eles, logicamente adoraram a idéia e foram encapando seus paus durões. "O melhor está por vir", pensei.


CONTINUA...

That's it!
enviada por Garland