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20/06/2004 00:42
EGOÍSMO, POR UMA BOA CAUSA?
Era uma vez uma bicha-megera cruel, neurótica, insensível e egoísta chamada Garland, que virou as costas para um carinha gente boa que gostava dela e queria ser seu amigo. Garland era fria, egoísta demais e sem consideração pelos sentimentos dos outros, como quem está cheia de amigos e amores ela desprezou a amizade que aquele cara legal lhe oferecia, como se não fosse fazer falta nenhuma para ela. Pensando somente em si mesma ela decidiu se afastar de vez do cara, da maneira mais injusta, já que o cara não havia lhe feito mal algum, gostava dela e a considerava amiga.
É assim que algumas pessoas devem estar me vendo agora, como a megera Garland, a egoísta, neurótica e sem consideração. Fazer o que né? Admito que me encaixo nesse papel mesmo, mas tenho os meus motivos e o principal deles é que ESTOU CANSADO, QUERO PAZ! Às vezes a melhor alternativa que se apresenta para a gente mesmo é ser egoísta.
Na verdade eu nem queria escrever sobre isso, estou farto desses dramas na minha vida e aqui no blog, mas é preciso colocar algumas palavras a respeito, é algo chato, triste, mas importante, tem que ser registrado.
Na madrugada de terça para quarta-feira dia 16/06 eu tive um papo com Rapha via Msn explicando-lhe os motivos da minha decisão de afastamento. Pra que isso? Não seria melhor e menos "feio" simplesmente ir se afastando aos poucos, esfriando o relacionamento até que ele acabasse ou então manter em banho-maria até que não fizesse mais mal algum? Pra alguns talvez seja a atitude mais acertada, mas pra mim não! Passar a esfriar aos poucos me parecia mais chato e triste do que ter o tal papo definitivo e tomar meu rumo.
Quem acompanha meu blog sabe que esse ano de 2004 está uma merda para mim no "terreno amoroso". Óbvio que tenho culpa nisso, afinal eu poderia lutar para que as coisas fossem melhores, mas a verdade é que uma série de fatores vêm tornando meu ano uma droga até o momento. Tá tudo registrado aqui no Dirty Pearls: o começo do ano com minha paixonite ou sei lá o que por Kiko, algo que muito me estressou, fez me agoniar e me sentir mal; depois o início do relacionamento com Rapha, uma história que começou bem mas logo se mostrou esquisita e complicada e eu mesmo me encarreguei de desgastar e complicar mais ainda e transformar numa fonte de stress, cansaço e chateações.
Acho que tá na hora de eu ser egoísta mesmo e pensar mais em mim, chega de ser masoquista, não adianta, eu não sou uma pessoa desencanada, eu tenho a mania desagradável de complicar as coisas na minha cabeça e estou vendo isso desde o comecinho do ano, desde Kiko... Chega de manter relacionamentos estranhos que me fazem mais mal do que bem, essa auto-punição, essa tortura tem que acabar. Minha mania de querer manter contato e manter presentes em minha vida as pessoas por quem fui/sou gamado mesmo sob pena de me magoar tem que acabar.
Foi pensando nisso que tomei a decisão, única e exclusivamente minha de dar um basta no meu relacionamento com Rapha. Claro que aquele passeio ao Beto Carrero teve uma influência sobre essa decisão, pois me fez constatar que eu não estava curado, nem preparado, nem interessado em me submeter a certas coisas que a amizade poderia trazer. Não vou dramatizar a situação e dizer que me fez um mal tremendo aquele lance do passeio pois não fez, não foi tão grave assim, não me afetou tanto, mas me afetou. Então pensei muito a respeito, e pensei se no atual momento eu estava disposto a alguns sacrifícios em nome dessa amizade. Fiz um balanço e refleti sobre os prós e contras de continuar a ser amigo de Rapha:
Prós: eu gosto muito de Rapha, tenho amor por ele, adoro, é um cara muito querido, uma pessoa que a gente vê que é boa e legal de conviver, um cara em quem se pode confiar, posso estar enganado mas pelo menos eu senti isso nele, inteligente, sincero, fofo, tudo para ser um ótimo amigo. Enfim, eu achei que era um cara ideal pra namoro né? Acho que pra mim que sou chato, exigente, só o fato de, depois de anos sem ver ninguém com esses olhos, considerar Rapha um cara do tipo "esse é pra namorar" já demonstra o quanto eu curti ele né? Os que acompanham a "novela Rapha" aqui no blog devem ter simpatizado com o cara também, principlamente pelos vários papos de Msn que eu colei aqui. A gente sempre se deu bem, nada de brigas, o relacionamento foi bom, o que mostra o quanto uma amizade poderia ser gratificante e trazer alegrias.
Contras: eu gosto muito de Rapha, tenho amor por ele, adoro. Na verdade há algo mal-resolvido ainda aqui no meu coração, então ser amigo dele me machucaria, não conseguirira ver ele apenas como amigo, não por enquanto. A gente já teve algo mais, já transamos, cogitamos namorar, teve algo mais forte que pura amizade. Ver ele com outros caras, saber dele se relacionando com outro, feliz com outro seria uma espécie de atestado da minha incompetência no meu relacionamento com ele. Seria uma amizade estranha, algo artificial, não ia ser uma amizade pra valer enquanto eu não me "resolvesse", eu não ficaria feliz de verdade por ele, não da forma que um amigo deve ficar ao ver o seu amigo sendo feliz com alguém. Isso me faria mal.
Pesando os prós e contras nesse momento que estou vivendo os contras falaram mais alto. "Então você não gostava dele realmente, caso contrário, sendo ele tão legal, você iria querer estar próximo, manter amizade", alguns diriam, mas aí eu entro em um assunto beeeeem complexo: amizade com ex. Não quero falar sobre isso agora, vou fazer um mega post depois. A verdade é que não vou lidar bem com isso novamente, isso de tentar amizade com ex, por isso quero evitar. Recentemente passei por algo semelhante com Kiko, de querer ser amiguinho, até levei razoavelmente bem, mas no fundo me incomodava saber dele com o namorado, no fundo eu não me sentia feliz por ele e isso não é amizade verdadeira, é uma farsa. É certo que não namorei com Kiko, mas transei, e tive um relacionamento "mais que amizade". Tendo essa experiência tão recente com Kiko, e vendo que não foi bem sucedida e que mais mal do que bem me fez porque eu embarcaria em outra história semelhante com Rapha? Masoquismo? Tudo bem, são caras totalmente diferentes, mas na essência os sentimentos que sinto/senti por eles são parecidos, e eu ia acabar entrando de novo numa "amizade" artificial que causa mal e bem ao mesmo tempo. E é esse mal que eu não quero. Não é saudável esse tipo de amizade. Não pra mim. Desde o começo do ano estou nessa maré braba, é hora de ter um pouco de paz, dar um alívio pra minha cabeça e meu coração. Me olho no espelho e vejo que envelheci nesse ano de tanto me incomodar com esses relacionamentos. Esse tipo de coisa acaba até afetando a saúde, isso dá câncer! Toc toc toc, isola. Eu sou muito pensante, meio neura, não desencano fácil, certas coisas não caem bem pra mim, me afetam demais... Estou CANSADO!
Rapha disse que em nossa amizade ele não tocaria em certos assuntos para não me magoar. Daí eu me pergunto: que bela amizade é essa, cheia de dedos, em que não fala coisas pra não magoar o amiguinho mal-resolvido. Amizade meia-boca. Ele também falou que eu queria terminar a amizade pelo que supostamente poderia vir a acontecer, sem nem mesmo pagar pra ver. E também falou que eu estava me precipitando, para eu não fazer coisas para depois me arrepender, que daqui a pouco eu conheceria alguém legal e veria que não precisava ter feito nada daquilo que eu estava fazendo. Sensato o Rapha né? Acho que ele tem razão no que falou, eu que sou um neurótico mesmo, um neurótico cansado de se estressar. É óbvio que nesse nosso papo quem mais "falou" fui eu, eu é que queria explicar meus motivos pra ele. Na verdade em uma situação dessas ele não tinha muito o que dizer além de "vai em frente", eu acho que eu agiria da mesma forma. Ele deve estar tão cansado quanto eu, desse drama todo que eu tenho feito. Felizmente ele não se deixa afetar tanto. É mais adulto, mais desencanado e bem-resolvido, pelo que aparenta, já se libertou e está pronto pra viver outras coisas sem dramas ou traumas. Bom, isso é com ele, não comigo, não tem fundamento eu ficar fazendo suposições. Só sei que se eu também estivesse assim agora, tudo seria diferente.
Afinal porque Rapha quer ser meu amigo? Taí uma coisa que perguntei mas ele não respondeu direito. É porque gosta de mim? Porque apesar de o namoro ter sido fracassado ele me quer bem, acha que posso ser um amigo legal? Vai saber. Também sinto isso por ele, gostaria de ser amigo, seria ótimo, mas diante das coisas que já aconteceram fica complicado pra mim nesse momento. Acho que no fundo Rapha quer ser amigo devido a amizade existente entre Monsieur Costa e ele e Monsieur Costa e eu. Eu sinto por isso, situação chata, o ideal seria seguirmos todos amigos como antes. O fato de Rapha e eu deixarmos de ser amigos mas seguirmos amigos de Monsieur acaba criando um clima ruim. Que droga! Às vezes penso "maldita hora que fui ficar com Rapha" se era pra virar nisso seria melhor nunca ter rolado nada, hoje estaríamos todos amigos numa boa.
Ah, dane-se, tô de saco cheio de mim mesmo nessa história toda, não sou maduro, não sou adulto o suficiente, tão pouco tenho sangue de barata para certas coisas. Só quero paz e não estou tendo. No momento acho que é o melhor pra mim me afastar, me recolher. Cortar contato com Rapha não está sendo um "alívio" pra mim, não está sendo fácil nem simples arcar com as conseqüências de minha decisão. Já chorei algumas vezes, sentirei saudades e falta do Rapha, logo ele estará fazendo aniversário, eu queria abraçá-lo, dar os parabéns, desejar felicidades. Eu acho que vou sofrer um pouco ainda, vou amargar, mas fui eu que quis assim não é? Acho que é a decisão certa agora para evitar prolongar uma história errada por mais tempo, numa amizade que no momento não é saudável pra mim. Quem está por fora talvez ache que estou louco por agir assim, mas no momento estou pensando que será melhor, espero em breve esquecer o Rapha, isso não tem nada a ver com não gostar dele e sim com tentar gostar mais de mim mesmo e não prolongar situações que me façam mal. O tempo vai ser meu aliado, outras pessoas que eu venha a conhecer também serão. Rapha está vivendo a vida dele, eu a minha e é melhor eu estar alheio ao que acontece com ele, não quero participar, nem saber. Quero sim que ele seja muito feliz, pois gosto dele, quero bem, mas não faço questão de saber certos detalhes. Foi justamente por isso que me afastei, pra me desencanar disso tudo, já que não me faz bem. De minha parte não existe inimizade, mágoa, rancor, nunca houve motivo pra isso em nossa história, por isso mesmo é difícil esse afastamento.
Ah, cansei desse papo! Que sejamos felizes cada um no seu canto né?! Não vou procurá-lo e quero evitar fazer mais drama em cima dessa história. Não deu certo, essas coisas acontecem. Intimamente eu penso que eu poderia ter agido diferente, que as coisas poderiam ter dado certo entre nós, mesmo no namoro que cogitamos um dia, com um pouco de esforço, alguns sacrifícios e uma entrega maior aos sentimentos bonitos. Que havia algo lá, isso havia. Algo bom. Wathever, já era, tá feito, bola pra frente, a fila tem que andar. Agora dá licença que vou ali dar mais uma choradinha tá?
Em breve o tal post sobre amizade com ex aparece por aqui. Por enquanto o nome "Rapha" vai estar presente no meio de mais alguns textos, inevitável, depois disso tudo tenho refletido muito e é melhor jogar aqui já que não tenho um psicólogo né? O Garland suuuper-pensante não poderia deixar passar batido assim. Mas não quero prolongar esse drama, não faz sentido me afastar do cara e seguir pensando e falando sem parar a respeito. Ah, que inferno, tô me sentindo confuso, irritado, triste, ridículo, idiota, infantil, cansado, não queria magoar ninguém, mas, sobretudo, não quero me magoar também. Será que alguém vai entender o meu lado? Não vamos complicar mais as coisas, nem se estressar mais e mais, por isso, paremos por aqui, só isso.
That's it!
enviada por Garland
19/06/2004 23:34
MÚSICA DA VEZ
NORTHERN LAD de TORI AMOS
Em 1998 comprei uma edição da revista Showbizz (saudosa revista brasileira sobre música) de número 10, ano 14, outubro, pois trazia na capa Alanis Morissette de quem eu há pouco tempo havia virado fã. Na matéria sobre a Alanis havia um box com o título "Musa das musas" que falava sobre uma tal Tori Amos, cantora que havia inspirado toda uma nova geração de cantoras (veja o texto abaixo). Foi a partir daí que surgiu meu interesse por Tori Amos.
A revista Showbizz incensava Tori com freqüência dizendo que era uma das melhores cantoras da atualidade e colocando o cd Little Earthquakes na lista dos melhores da década. Minha curiosidade só aumentava, mas eu não tinha como conhecer o som da cantora, pois não tocava nas rádios, não havia cds dela nas lojas e eu não tinha computador com internet para baixar músicas.
Em 2000 eu estava em uma loja de cds (isso quando eu ainda morava no RS) e acabei encontrando um cd de Tori Amos. Fiquei todo empolgado. O cd era From The Choirgirl Hotel (capinha abaixo) e eu juntei grana e dei jeito de comprar em 07/08/2000 por R$22,90. Adorei a voz da cantora, mas as músicas não eram das mais "fáceis", algumas às primeiras audições me pareciam bem chatas e barulhentas, mas com o tempo fui acostumando. O cd tinha músicas agitadas (algumas me lembravam Madonna) e belas baladas que se beneficiavam da linda voz de sereia da Tori e do piano tocado por ela. Eu gostava especialmente de Playboy Mommy e Spark mas com o tempo aprendi a gostar de quase todas. O cd me pareceu ótimo pra fazer sexo, e cerca de um ano depois acabou sendo a trilha sonora de minha primeira transa "oficial" (ainda vou contar isso direitinho aqui no blog, hehe).
A música que achei mais gostosa de ouvir desde que coloquei From The Choirgirl Hotel tocar pela primeira vez foi uma balada de cortar os pulsos, a lindíssima Northern Lad que é a que escolhi para tocar no blog. Eu acho uma canção emocionante, é uma das minhas músicas preferidas da cantora, se não for a preferida mesmo. Confira a letra abaixo e sua tradução:
NORTHERN LAD
Had a northern lad
Well not exactly had
He moved like the sunset
God who painted that
First he loved my accent
How his knees could bend
I thought we'd be ok
Me and my molasses
But I feel something is wrong
But I feel this cake still isn't done
Don't say that you don't
And if you could see me now
Said if you could see me now
Girls you've got to know
When it's time to turn the page
When you're only wet
Because of the rain
Because of the rain
He don't show much these days
It's gets so fucking cold
I loved his secret places
But I can't go anymore
You change like sugar cane
Says my northern lad
I guess you go too far
When pianos try to be guitars
I feel the west in you
But I feel is falling apart too
Don't say that you don't
And if you could see me now
Said if you could see me now
Girls you've got to know
When it's time to turn the page
When you're only wet
Because of the rain
When you're only wet
Because of the rain
Because of the rain
RAPAZ DO NORTE
Tive um rapaz do norte
Bem, não tive exatamente
Ele se moveu como o por do sol
Deus que pintou ele
Primeiro ele amou meu sotaque
Como seus joelhos puderam se curvar
Eu achei que nós ficariamos bem
Eu e meu melaço
Mas eu sinto algo errado
Eu sinto que esse bolo não está pronto
Não diga que você não
E se você pudesse me ver agora
Eu disse se você pudesse me ver agora
Garotas vocês tem que saber
Quando é hora de virar a página
Quando você está molhada apenas por causa da chuva
Por causa da chuva
Por causa da chuva
Ele não mostrou muito naqueles dias
E ficou gelado pra caralho
Eu amava seus lugares secretos
Mas eu não posso ir até eles mais
"Você muda como cana de açúcar"
Diz meu rapaz do norte
Eu acho que você vai longe demais
Quando pianos tentam ser guitarras
Eu sinto o oeste em você
Mas eu sinto isso se desintegrando também
Não diga que você não
E se você pudesse me ver agora
Eu disse se você pudesse me ver agora
Garotas vocês tem que saber
Quando é hora de virar a pagina
Quando você está molhada apenas por causa da chuva
Quando você está molhada apenas por causa da chuva
Por causa da chuva
Por causa da chuva
Uma bela balada não é mesmo? Essa é Tori Amos, uma cantora endeusada lá fora, mas pouco conhecida aqui no Brasil. Falando abertamente de sentimentos, sexualidade, religião e outros temas polêmicos em letras confessionais, fortes e significativas, cantadas com uma voz de anjo e mãos de fada ao piano, Tori Amos é realmente uma cantora e compositora maravilhosa. Adoro ela e certamente vocês a ouvirão aqui no Dirty Pearls outras vezes.
Quick Facts:
Nome: Myra Ellen Amos
Data de Nascimento: 22 de agosto de 1963
Local de Nascimento: Newton, NC (USA)
Álbuns: "Little Earthquakes" (1992)
"Under the Pink" (1994)
“Boys for Pele" (1996)
"From the Choirgirl Hotel" (1998)
"To Venus and Back" (1999)
"Strange Little Girls" (2001)
"Scarlet's Walk" (2002)
............................
Até a próxima semana com outra música que eu adoro.
That's it!
(post editado em 12/12/2004)
enviada por Garland
19/06/2004 23:18
VICTOR WEBSTER
Victor Webster, nasceu em Calgary, Alberta, Canadá, em 07 de fevereiro de 1973. Tem 1,90m de gostosura. Ele é ator, mas antes disso, lindo do jeito que é, é claro que trabalhou como modelo em vários editoriais de moda e campanhas publicitárias para Dolce Gabbana, Coca-Cola e Levi's entre outras. O corpaço sarado do cara foi conquistado através da prática de esportes variados, kick boxing e tae kwon do no qual é faixa preta. Ele também é ativista em vários projetos envonvendo crianças, mulheres vítimas de estupro e proteção de animais.
Webster teve pequenas participações em filmes de cinema geralmente inexpressivos. Ele arrasa corações mesmo é através de seus papéis em séries televisivas. Sua carreira tem como destaque a novela da NBC Days Of Our Lives, na qual teve um papel marcante. Atualmente Victor Webster é o astro da série Mutant X em que interpreta Brennan Mulwray, um charmoso bad boy e ex-ladrão com poder de gerar eletricidade em seu corpo capaz de suprir uma pequena cidade. Neste papel destacam-se as habilidades físicas do cara, com manobras aéreas radicais e movimentos de artes marciais que resultam em agitadas e poderosas cenas de ação. Well, de informações já tá bom né? Vamos agora ao que interessa que é ver o tesudo em fotos interessantes e se deliciar com tanta gostosura, heheh:
Hummm, tô louco pra ver essa participação dele na temporada final de Sex and The City! Que barriga é essa? Tesão! Mas a bundinha tá deixando a desejar nessa foto hein, pfft!
Interessado em ver outras performances fotográficas do gato? Então clique nas imagens laterais e confira as partes 1 e 2 dos ensaios com Victor Webster. Ele é lindo demais, gostoso demaaais né? Ah, eu quero um desse pra mim!
Em breve, embelezando o Dirty Pearls, outro deus grego meu desejo de consumo. Aguarde!
That's it!
enviada por Garland
18/06/2004 03:04
MÚSICA DA VEZ + POST ESPECIAL
JE T'AIME MOI NON PLUS de JANE BIRKIN & SERGE GAINSBOURG
Escolhi essa música, Je T'Aime Moi Non Plus especialmente para celebrar a passagem do dia dos cornos, ops, quero dizer, Dia dos Namorados, no sábado passado. Quer música mais de motelzão que essa? Hhehe. Quem já não ouviu essa pérola dos anos 60 que até hoje é tocada em tudo quanto é programa que mostre um momento "romântico"? Quando pintou um clima é essa música que sempre colocam, quase como gozação. Já virou um clássico.
A canção, de 1969 foi polêmica à época afinal é quase pornográfica, uma transa musical em ritmo e palavras, repleta de gemidos e suspiros. Estive conversando com minha mãe e ela falou que quando jovem possuía um disco com uma música que nunca escutavam tamanha putaria, que se ela ligasse aquilo em volume alto seria uma vergonha, e que minha avó ia ficar horrorizada. Na certa tratava-se de Je T'Aime Moi Non Plus. Até hoje em dia é meio esquisito por tocar alto essa música, mas não seria chocante pois a música já virou algo cômico.
"Je T'Aime Moi Non Plus" é também o título de um filme francês de 1975 dirigido por Serge Gainsbourg, e que no Brasil chamou-se Paixão Selvagem, traz Jane Birkin e Joe Dallesandro no elenco. Nunca assisti mas tenho curiosidade pois parece interessante segundo a resenha de um guia de vídeo e dvd que tenho: "Jovem lixeiro fica fascinado por garçonete de aparência andrógina, o que provoca ciúmes em seu namorado. Escândalo na década de 70, um filme amoral e inquisitivo ainda hoje: o triângulo amoroso imaginado pelo compositor, cantor, poeta e cineasta maldito Gainsbourg (já falecido) é um convite à transgressão. Sem papéis sociais e sexuais definidos, os protagonistas dessa história vivem como se não houvesse amanhã. o filme transmite a ânsia por liberdade que caracterizou os anos 70, em cenas de sodomia, amor livre e solidão. O ator Dallesandro era, à época, o simbolo sexual mais importante da cena alternativa. Birkin, então mulher de Gainsbourg canta a música-título, um sucesso mundial de explícito teor sexual."
Gosto desta canção, apesar de que não está entre as minhas "músicas de estimação". Foi escolhida pra tocar aqui como música de ocasião. Mas acho uma canção marcante e muito gostosa de escutar, é super sexy e tranqüila, uma transa em forma de música, faz um carinho no ouvido da gente, a mim chega até a dar um soninho. O idioma francês por si só eu acho bastante sexy o que torna a música mais envolvente. Não entendo nadica de nada de francês, isso seria tarefa para meu amigo Monsieur, por isso vou me limitar a por só a letra aqui, sem tradução. Confira e, assim como eu faço de zuera, dê uma gemidinha junto! Hehehe.
JE T'AIME MOI NON PLUS
Je t'aime, Je t'aime
Oui je t'aime
Moi non plus
Oh mon amour
Comme la vague irrésolue
Je vais, je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais, et je viens
Entre tes reins
Et je Me retiens
Je t'aime, je t'aime
Oh oui je t'aime!
Moi non plus.
Oh mon amour
Tu es la vague, moi l'île nue
Tu vas, tu vas et tu viens
Entre mes reins
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je Te rejoins
Je t'aime je t'aime
Oh oui je t'aime
- Moi non plus
Oh mon amour
Comme la vague irrésolue
Je vais, je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je me retiens
Tu vas, tu vas et tu viens
Entre mes reins
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je Te rejoins
Je t'aime je t'aime
Oh oui je t'aime
Moi non plus
Oh mon amour
L'amour physique est sans issue
Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Je me retiens
Non! maintenant
Viens
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DIA DOS NAMORADOS, MESMO ATRASADO
Aproveitando que falei em Dia dos Namorados aí em cima, mesmo com quase uma semana de atraso, gostaria de fazer algumas considerações sobre o tema. A verdade é que a mim passar sozinho essa data não afeta grandes coisas. Tem gente que odeia esse dia pois é uma reafirmação de sua solidão enquanto outros tantos que namoram comemoram com presentes e outras coisinhas o fato de ter um companheiro a seu lado, um "amor".
Eu como não ligo muito para datas comerciais, não me importo muito com essa ocasião, mas concordo que o significado do dia tem um gostinho especial quando se pode comemorar, presentear, quando se tem O NAMORADO que o dia faz questão para ser celebrado.
Na minha vida afetiva, que começou faz pouco tempo (em 2001), eu tive o prazer de passar um dia dos namorados com namorado. Foi com CWB, meu segundo namorado, em Curitiba em 2002. Na verdade não comemoramos, havíamos combinado deixar passar em branco pois poucos dias antes eu fizera aniversário e tá querendo que o CWB gastasse com presente de novo por uma ocasião como essa me parecia tolice. Sou pouco romântico mesmo e, como já disse, não ligo para datas comerciais consideradas especiais. Só que o espírito do dia dos namorados me contagiou e acabei querendo fazer um agrado pro meu namô, uma coisa básica, comprei uma bela lata de sonho de valsa em forma de coração, embrulhei num papel lindo e levei para o cinema, junto com uma carta em que escrevi o quanto CWB estava sendo importante para mim e como era bom tê-lo como namorado, desenhei nós dois, abraçados, eu adorava fazer essas caricaturas da gente juntinho... Depois do cineminha nada como fazer valer o dia dos namorados da maneira mais significativa: uma ótima transa, depois ficar agarradinho e comer bombom (eu amooooo sonho de valsa, pouco interesseiro dando esse presente né? ehehe).
Em 2003 nessa mesma época, junho, mas já morando em Floripa, eu acabava de conhecer Déco há poucos dias quando chegou o tal Dia 12. Felizmente ele não quis me fazer nenhum agrado nesse dia como namorado pois eu não estava certo de querer namoro e não me sentiria legal ("Nesta quinta, Dia dos Namorados, fiquei feliz por não ter ganho presente nenhum." escrevi no post da época). Engraçado que existem pessoas que quando se aproxima o dia 12 de junho ficam meio desesperadas e correm arranjar alguém pra iniciar namoro só pra dizer que passou o dia 12 namorando. Que tolice! Eu, como pouco ligava pra isso, tava querendo mais o contrário: nada de suposto namorado que eu não estava "in love" pegando no meu pé, eu queria minha liberdade, livre de compromissos. Só que depois não teve jeito, e Déco acabou sendo um "praticamente-namorado" nas semanas que se seguiram.
Nesse ano de 2004, passei sozinho o Dia dos Namorados, em BC. Havia terminado há pouco tempo outra quase-ameaça-de-namoro, dessa vez com Rapha. Não vou dizer que no dia 12 não pensei nele e que as coisas poderiam ter sido diferentes, poderíamos estar comemorando o tal dia juntos. Mas já havia rolado muita coisa que desgastou a história e nesse momento éramos só amigos e nada mais. Só que não fiquei triste, melancólico ou aborrecido quando o tal Dia dos Namorados chegou, para quê? Melhor pensar que era um dia como outro qualquer.
E ano que vem? estarei eu com alguém especial comemorando o tolinho Dia dos Namorados? Óbvio que não sei! Na verdade nem sei se quero isso, no momento até acho que não! É claro que em um ano muita coisa muda na cabeça da gente, muitas coisas acontecem na vida e quem sabe eu queira estar acompanhado nesse dia, e melhor que isso, quem sabe eu esteja acompanhado, amando e sendo amado nessa época, namorando alguém especial, sendo feliz... Ora, poderia ser ótimo e quem sabe a partir daí o Dia dos Namorados se tornasse algo com um sentido realmente especial para mim.
That's it!
enviada por Garland
15/06/2004 01:20
PASSEIO NO BETO CARRERO WORLD - parte 2
Continuando o post anterior...
O LADO NEM TÃO LEGAL
Após o stress do último "término" (não sei porque uso esse termo afinal nunca chegou a a haver um "início" de nada sério entre a gente), ah sei lá, digamos que depois que decidimos ser só "amiguinhos" e não "ficar" mais, eu optei ficar um tempo na minha sem me comunicar com Rapha. Não durou muito tempo essa decisão e logo voltei a teclar no Msn, de certa forma me fazia falta o contato com Rapha, afinal nunca tive nada contra o cara e ele sempre foi legal comigo, a idéia de mantermos amizade me parecia viável e boa, pois eu sentia que o meu gostar dele tava forte e eu queria ele na minha vida, como amigo. Claro que eu precisaria administrar muito bem isso pois era óbvio que cedo ou tarde Rapha estaria envolvido com outro cara e eu precisaria levar isso numa boa sem me afetar, nem me magoar, levar como um amigo e só. O mesmo poderia acontecer comigo também, de vir a conhecer alguém e ele também teria que administrar isso, mas, como Rapha nunca sentiu nada de muito forte por mim é provável que lidasse numa boa com isso. Na verdade seria até muito bom se eu também conhecesse outros caras para liqüidar de vez os sentimentos por Rapha, nada como conhecer outras pessoas para se desligar de relacionamentos fracassados. Infelizmente, apesar dos vários "pretendentes" interessantes não estou querendo conhecer ninguém, quer dizer querer até quero, mas não posso, por problemas de saúde. Fico aqui inventando desculpas e histórias quando me ligam ou tc no Msn querendo me encontrar, e fico irritado por não poder levar minha vida afetiva adiante, espero que em breve tudo esteja ok.
Então, nessa ida ao Beto Carrero, em 13/06/2004, aconteceu o reencontro entre mim e Rapha. A última vez que havíamos nos visto tinha sido no encontro ridículo de "término" em que os dois trocaram meia dúzia de palavras. Depois de breve afastamento e retorno como seria rever Rapha? Pra mim foi bem normal, um encontro como amigos realmente e nada mais. Fazia um mês e pouco que não nos víamos então saudade pra valer não posso dizer que sentia, mas foi bom reencontrá-lo, da mesma forma como foi bom reencontrar a meu amigo Monsieur. Só que eu preferia que o tal reencontro com Rapha tivesse ocorrido em outras circuntâncias ou então que fosse na ida ao Beto, mas de uma forma bem legal mesmo sem eu ter que presenciar algumas coisinhas que presenciei.
Antes de eu decidir ir ao Beto Carrero com os amigos eu já havia sido alertado por Rapha via Msn que o Fábio tinha segundas intenções para com ele, eles vinham teclando e provavelmente aconteceria "alguma coisa" na tal ida ao Beto. Mesmo assim achei que pra mim tava beleza, afinal cedo ou tarde eu teria que passar por isso mesmo se quisesse ser só amigo de Rapha. Eu tive a opção de não ir ao Beto Carrero com eles, mas decidi dar uma de "adulto" e encarar numa boa, não seria por tão pouca coisa que eu deixaria de passar um dia legal com meus amigos. De certa forma era um teste pessoal para saber como eu encararia a situação e se estava apto a ser amigo de Rapha mesmo (outra hora faço um post sobre esse tema amizade com ex ok?).
O dia começou com um clima bem amigável entre Rapha e mim, e até mesmo entre mim e o tal Fábio que eu acabara de conhecer, afinal, se era pra sair de casa e ficar de cara feia ou emburrado era melhor nem ir né, ciente disso eu levava tudo numa boa e não havia motivo algum para não ser assim mesmo. MAS... não demorou muito tempo para que, provavelmente "inspirados" nas beijocas constantes entre Monsieur e CH, Rapha e Fábio começassem a fazer o mesmo, claro que não tão explicitamente. Sei que depois de um passeio de trenzinho pelas terras "mágicas" do Beto, em um momento em que o trem parou em uma caverna de dinossauros super escura eu pensei: ou vai ou racha, se esses dois não aproveitarem a chance agora... Eu já tinha reparado que Fábio era bem atiradinho e aquela escuridão toda seria um ótimo pretexto para ele cair matando, heuheue. Quando saímos de lá, pensei "hummm, a escuridão da caverna deve ter rendido altos amassos". Não sei, mas pelo jeito rendeu mesmo pois a partir de então o clima meio distante de apenas amiguinhos entre Rapha e Fábio assumiu outros ares e uma hora quando estávamos indo almoçar os dois deram um selinho, a meu lado.
A partir daí Rapha e Fábio passaram a ir juntos em todos os brinquedos, bondinho e tudo mais e eu ia nos brinquedos com a irmã de CH. Aliás que bom que ela foi nesse passeio, caso contrário eu teria que ir sozinho ou com desconhecidos nos brinquedos e ia acabar me sentindo péssimo, excluído ou segurando vela. Com ela ali, isso não aconteceu. À medida que o climinha entre os dois ficava mais íntimo, a ponto de andarem de mãos dadas ou enganchadinhos, eu fui me afastando deles. Eu não estava com inveja, ciúmes, raiva ou qualquer sentimento negativo do casalzinho, a bem da verdade eu estava praticamente indiferente ao que acontecia, a única coisa que eu não curtia era ficar ao lado, de platéia pros amassos deles, então passei a evitar ficar muito próximo e preferi ficar ao lado de Monsieur, CH e a imã de CH. Não tinha sentido nenhum eu ficar "atrapalhando" o climinha dos dois, ou deixando Rapha inibido com minha presença ao lado.
Meu interesse na companhia de Rapha, a partir dos discretos chamegos dele com Fábio (que já não tava mais tão "louca"), foi se esvaindo com o passar do dia e eu já não me sentia à vontade nem para olhar na cara dele nem para conversar com ele. O mesmo acontecia com relação ao Fábio. Na verdade eu odiei que isso tenha acontecido, eu não deveria me sentir assim, parece algo tão imaturo, mas foi o que aconteceu, digamos que perdi o "tesão" na companhia da duplinha, sobretudo de Rapha. Acho que ele deve ter percebido isso, que eu o evitava ou parecia meio distante com ele mas, fazer o quê né, espero que me entenda, não me fizeram nada, é coisa minha, sou complicadinho mesmo e simplesmente senti assim e pronto. É claro que eu segui sempre, na medida do possível, agradável e simpático, bem na minha, mas sem fingimentos. Sei lá, acho que sou um péssimo ator e quando tem algo que não me agrada, ou quando estou aborrecido com uma situação, ou não me sinto à vontade, acabo deixando transparecer, na minha cara mesmo, no meu jeito, por mais que me esforce para não dar na vista. Fingir levar tudo numa boa, com sorrisinhos simpáticos, sendo divertido e amigável sob uma máscara de hipocrisia são coisas para as quais não tenho talento, então nessa ocasião fui eu mesmo, e quando comecei a não me sentir a vontade com o casalzinho preferi ficar na minha, mantendo certa distância, sem ficar emburrado, ríspido ou com atitudes tolas que ninguém merecia, eu não faria isso pois não estava tão incomodado assim, era problema meu como eu me sentia e ninguém tinha culpa de nada.
E assim passou-se o dia. Na volta pra casa, à noite, Fábio pôs um cd do Jota Quest no som do carro, umas bostas dumas músicas falando de amor que acabaram me deprimindo, tive até uma vontadezinha de chorar. Chegamos em BC eram quase 20h, me despedi e eles seguiram viagem.
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Talvez eu tenha errado em ter retomado contato com Rapha, talvez tenha sido um erro ter topado esse passeio, talvez tenha sido cedo demais para reencontrar Rapha e ainda mais para me submeter a ver ele de agarramento com outro cara. "Talvez", eu e meus "talvez". Só que já era, tudo isso já aconteceu, tá feito e no fundo não doeu quase nada. Coisinha à toa. Quando topei o tal passeio eu sabia o que poderia acontecer, mas pensei mais no meu divertimento, pensei mais em mim nesse sentido, achei que eu merecia esse passeio, eu que quase não saio nem faço programas legais com amigos. E se eu não estivesse lá? Será que atrapalhei algo nesse passeio? Quanto a Monsieur e CH sei que não, já Rapha, ele tava ficando com o tal cara, mas parecia pouco à vontade às vezes, talvez por eu estar ali, sei lá, só lamento se atrapalhei alguma coisa, mas outras oportunidades não faltarão para eles. Penso que talvez eu não tenha sido uma companhia das melhores, mas fui a melhor companhia que pude ser, passei contrabalançando dentro de mim as coisinhas boas e as ruins durante o dia todo e buscando me concentrar só nas boas. Nem sempre obtive sucesso, mas o que importa é que levando em conta tudo de legal que aconteceu neste dia acho que o saldo desse passeio foi positivo. Poderia ter sido melhor, mas do jeito que foi já foi um dia bem especial e que vou lembrar para sempre.
That's it!
enviada por Garland
14/06/2004 18:57
PASSEIO NO BETO CARRERO WORLD - parte 1
Há tempos eu e o meu grupinho de amigos de outras cidades (Monsieur, Rapha e Jack) planejávamos um encontro "divertido" e especial entre nós, uma ida a boate gay ou ao Beto Carrero World, mas sempre enrolávamos e adiávamos, acabava ficando só na conversa fiada. Mas, nesses últimos dias intensificamos as conversas sobre nossa ida ao Beto Carrero e parecia que dessa vez o negócio ia acontecer realmente. O problema era a falta de transporte mas isso acabou sendo resolvido quando entrou em cena um amigo de CH, namorado de Monsieur, que tem carro. Racharíamos a grana da gasolina, confesso que eu dei uma choradinha pois moro perto do Beto e não achei muito justo pagar o mesmo valor que eles que moram longe, além disso o valor estipulado me parecia exagero, na minha cabeça o cara ia arrecadar uma baita grana (cerca de 70 reais só dos caronas) que já daria pra ir ao Beto Carrero e andar a semana toda de carro ainda, ehehe, tô exagerando é claro, já que de carro não entendo grandes coisas, eu só não tava afim de pedir mais grana emprestada pros meus pais, já que a viagem foi decidida de última hora e tô duro no momento. Mas ia valer a pena fazer esse passeio divertido com meus amigos que eu não via há um bom tempo, era por uma ótima causa e no fim das contas fiquei com vergonha e acabei pagando o "valor abusivo", ehehe.
Na manhã deste domingo que passou, 13/06/2004, levantei cedinho, tomei banho, me agasalhei razoavelmente bem (tava um frio danado) e fiquei esperando o telefonema de Rapha. Eram aproximadamente 8h e 10 min quando ele ligou dizendo que estavam em frente ao meu prédio. Desci, dei oi pra galera e nos amontoamos no banco de trás do carro. Iam Monsieur, seu namorado CH que eu já conhecia, a irmã de CH de 13 anos e eu no banco traseiro. Na frente ia Rapha e o carinha amigo de CH, que dirigia, vou chamá-lo aqui de Fábio.
Depois de uma breve viagem em que tivemos um susto com uma manobra brusca de Fábio ao volante na estrada, chegamos no Balneário de Penha, onde localiza-se o Beto Carrero World. Era a primeira vez que eu ia ao parque e eu estava animado, apesar do frio todo que quase congelava minhas mãos. Compramos os passaportes e tiramos fotinha de zuera segurando os alimentos não perecíveis que havíamos levado para pagar metade do preço. A partir daí era só esperar o parque abrir para a gente se divertir nos brinquedos. Enquanto esperávamos, a turma decidiu tomar café.
O LADO LEGAL
O clima entre a galera tava bem legal. Eu temia que tivesse um climão no ar, pois havia acontecido uns rolos entre Rapha, Monsieur e CH um tempo antes, inclusive eu acabei envolvido também, mas pelo jeito todos estavam numa boa e aquele era um encontro de amigos, para provar que não existiam resquícios de mágoas ou chateações. Achei uma gracinha a irmã de CH. O amigo dele, Fábio, também achei legal, me pareceu divertido, animado, uma boa companhia. Fisicamente não o achei nem bonito nem feio. Na realidade nem reparei muito nisso, só prestei atenção no jeito dele, me pareceu uma bésha bem comunicativa e engraçada, me lembrou um pouco o jeito de Déco, um cara de Floripa com quem eu já tive um rolo. Tanto Fábio como CH logo no início do dia estavam bichíssimas, falando bobagem alto, gritando, zuando as pessoas. Quando estou com pessoas assim eu acabo soltando a franga também, e durante o dia todo eu fui bem gayzinho, bem mona, é bom estar na companhia de pessoas com quem a gente se sente a vontade e pode ser a gente mesmo e até mesmo exagerar nas atitudes. Mas preciso dá uma controlada nisso, afinal é um passo para cair na chatice e no ridículo ficar gritando e dando showzinho o tempo todo como se quisesse ser engraçado e quisesse chamar a atenção. Mas naquele momento o que importava é que a gente estava se divertindo e sendo a gente mesmo, e eu estava achando ótimo isso, eu me sentia bem.
Monsieur Costa e CH se beijavam o tempo todo, era selinho pra lá, beijo pra cá, em todos os lugares e na frente de todo mundo. A princípio não me senti muito a vontade com isso, claro que eu já sabia que eles são assim, mas não estou acostumado com essas coisas. Mas, com o passar do dia aquilo se tornou tão banal que eu comecei a achar super natural e não ligava a mínima. As pessoas ao redor olhavam mas pareciam encarar numa boa, não sofremos nenhuma atitude de preconceito. Me pareceu legal poder andar assim aos beijos em público, mas não sei se eu me sentiria a vontade fazendo isso caso fosse comigo. Talvez alguns beijinhos sim, mas não taaaanto assim e em todos os lugares.Creio que é algo que acostuma-se com a prática. Acho que o segredo é não se importar com os outros e fazer o que der na telha sem vergonha ou receio. Ponto pra eles!
Depois de tomarem café, o primeiro brinquedo em que fomos foi a montanha russa, me sentei ao lado de Rapha e até brinquei dizendo que ele havia falado que ia segurar minha mão. A verdade é que eu estava com muito medo de andar nesses brinquedos e passar mal. Felizmente isso não aconteceu. Depois da montanha russa, que achei ótima mas um pouco "pequena" ainda fomos a um elevador que despenca, deu um medinho e um frio na barriga, mas gostei pois era rápido. No trajeto de um brinquedo para outro tirávamos fotos nos lugares mais ridículos, como montados em estátuas de hipopótamos, dentro de um caldeirão de bruxa e várias outros bonecos que tinha espalhados pelo parque todo.
O dia estava lindo, ensolarado, o frio foi um pouco "inconveniente" mas por um lado ajudou no sentido de que o parque não estava lotado, não é temporada então a gente podia ir tranqüilamente nos brinquedos que quiséssemos sem precisar enfrentar filas muito grandes. Quando vi eu estava na fila da Big Tower, que segundo o parque é a maior torre radical do mundo, tem 100m de altura. Nunca me imaginei fazendo uma loucura de ir em um brinquedo desses, mas encarei. Quando estava lá no alto me deu uma agonia, era muito alto eu queria sair dali, socorro, mas não tinha jeito e logo a gente despencou em queda livre. Ufa, uma sensação muito louca que eu não quis repetir.
A gente foi em vários outros brinquedos, passeamos pelo zoológico, vimos alguns espetáculos, comemos muita besteira, falamos muita merda, tiramos fotos bem zuadas e nos divertimos bastante. Foi um dia bem agradável na companhia dos amigos. Fiz coisas que não imaginava fazer, e adorei conhecer o Beto Carrero World, que achei muito bonito. Confesso que o passeio poderia ter sido melhor, pelo menos para mim, já que apesar dos muitos momentos legais teve umas coisinhas que atrapalharam um pouco de eu me divertir pra valer e ficar totalmente feliz e satisfeito de estar lá. Mas sobre esse lado do passeio eu escrevo depois ok!?
That's it!
enviada por Garland
14/06/2004 18:07
50 MIL ACESSOS! YESSS!
Meu blog, Dirty Pearls atingiu a marca de 50 mil acessos galera, sinal que muita gente tem passado por aqui pelo meu cantinho a cada dia que passa. Ontem à noite não havia chegado nas 50 mil visitas e hoje, nesse momento em que escrevo esse post já passou das 50.200! Para mim, que iniciei este espaço despretenciosamente, ter centenas de pessoas interessadas nos meus textos e nas coisas que coloco aqui é até surpreendente.
Quando coloquei o contador no blog, em seu segundo mês de existência, em junho de 2003, os acessos eram raros, foram crescendo com o passar do tempo e em janeiro de 2004 atingiam a marca dos 10 mil acessos. A partir de então a quantidade de acessos aumentou cada vez mais de forma que no mesmo espaço de 6 meses o Dirty Pearls recebeu mais de 40 mil acessos, 4 vezes mais que no primeiro sementre de blog!!! É claro que alguns desses acessos são meus, mas o contador marca apenas um acesso por conexão então eu posso entrar 300 vezes em um dia que ele não vai mudar, sendo assim todos esses acessos vem de milhares de pessoas espalhadas por todo o país.
Para mim que não visito blogs por aí divulgando esse meu espaço, tampouco faço propaganda dele em outros sites, ter centenas de acessos diariamente me deixa surpreso. Gostaria de saber onde tanta gente encontra o link para esse blog! Será no Google procurano por outros assuntos? Sei lá, só sei que fico feliz em ver o sucesso deste espaço, em ver que, mesmo mal das pernas como anda, o meu blog consegue atrair tantos leitores.
Meu blog é segmentado pois é gay, é lento pra caralho, tem música e muitas imagens que levam uma vida pra carregar e até trava alguns computadores, mesmo assim tem gente disposta a passar por tudo isso pra dar uma olhada no Dirty Pearls. Às vezes acessam, esperam e dão de cara com um post chumbrega ou tolo sobre um filme ou música. Mas enfim, acessam e é a isso que agradeço, é isso o que importa, se não importasse eu já tinha deletado este blog ou então criado um outro site por aí, pois o Blig já me estressou pra caramba.
Gostaria de agradecer a cada um que está lendo este post ou que pelo menos acessou o blog hoje e deu uma olhada, e a cada uma das pessoas que fizeram meu contadorzinho marcar 50 mil acessos! Mesmo que os comentários sejam escassos basta ver os números ao lado aumentando diariamente de forma tão significativa para me deixar felizão! É sinal de que alguma coisa interessante existe aqui, e se consigo essa proeza de receber tantos acessos, significa que também devo ser pelo menos um pouquinho interessante não é mesmo?
Obrigado a todos, vou tentar a cada post fazer cada acesso valer a pena! Um beijão!
  
That's it!
enviada por Garland
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