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05/06/2005 05:45
MÚSICA DA VEZ
BEN de MICHAEL JACKSON
Procurando uma música internacional dos anos 80 para tocar no blog (sempre tem alguns hits oitentistas por aqui), lembrei de MICHAEL JACKSON, o maior ícone dos 80's e um dos maiores se não o maior astro pop da história da música no século XX. Xeretando entre os sucessos do cantor não consegui encontrar nenhum com a duração que eu queria (menos de 3 min) e acabei indo parar lá nos anos 70, quando Michael ainda fazia parte do Jackson Five, com seus irmãos. Imediatamente lembrei de uma música lindíssima, que eu adoro, I'll Be There, com sua letra muito bonita e a voz doce de Michael ainda criança. Foi um dos maiores hits do Jackson Five, e uma das músicas mais regravadas da História, e talvez, justamente por isso, por ser tão manjada, preferi optar por outra música menos conhecida (mas I'll Be There um dia toca aqui ainda viu, adoro!). Acabei escolhendo a balada igualmente doce, Ben, uma música que fala sobre amizade e tem uma melodia triste, com Michael Jackson em um momento brilhante de sua carreira. Incrível a beleza e pureza da voz desse muleque, algo meigo, cristalino, infantil, um tanto feminino, e com uma absurda capacidade de emocionar quem a ouve. E a canção Ben é graças a uma conjunção de fatores - letra, voz, melodia - uma canção capaz de tocar fundo quem a ouve, uma canção linda e emotiva.
(Acima o álbum Ben com capa em duas versões, e a capa do single da música)
Ben foi lançada em 1972, nessa época Michael tinha 14 anos e ainda fazia parte do Jackson Five, mas paralelo ao trabalho com o grupo dava os primeiros passos para a carreira solo, com alguns discos contendo sucessos: Got To Be There, Ben e Music and Me (outra balada lindíssima, não deixe de ouvi-la através do link no fim do post). As canções chegavam ao topo das paradas americanas, comprovando o talento e carisma do jovem Michael. Ben, foi o tema principal de um filme trash de mesmo nome, certamente feita sob encomenda para o filme, e ao contrário do que a letra nos faz supor Ben não é um cachorro, mas sim um rato. O filme, de 1972, foi dirigido por Phil Karlson e no Brasil chamou-se Ben, O Rato Assassino, continuação de um filme de 1971 chamado Willard. Conta a história da "amizade" entre um garoto solitário e um rato, rato esse que não exita em matar em nome dessa amizade. Tenho vaga lembrança de ter ouvido falar, mas acho que nunca vi esse filme, e se vi eu era muito criança para lembrar alguma coisa. Fiquei super curioso para assistir, ainda mais depois de ler um artigo a respeito do filme AQUI.
A canção Ben ganhou o Globo de Ouro e foi indicada ao Oscar de melhor canção. Segue abaixo a letra da música, junto com sua tradução em português. Cante junto!
BEN
Ben, the two of us need look no more
We both found what we were looking for
With a friend to call my own
I'll never be alone
And you, my friend will see
You've got a friend in me
(You've got a friend in me)
Ben, you're always running here and there
(Here and there)
You feel you're not wanted anywhere (anywhere)
If you ever look behind
And don't like what you find
There's something you should know
You've got a place to go
(You've got a place to go)
I used to say "I" and "me"
Now it's "us", now it's "we"
(I used to say "I" and "me"
Now it's "us", now it's "we")
Ben, most people would turn you away
(Turn you away)
I don't listen to a word they say
(A word they say)
They don't see you as I do
I wish they would try to
I'm sure they'd think again
If they had a friend like Ben
(A friend)
Like Ben
(Like Ben)
Like Ben
BEN
Ben, nós dois não precisamos mais procurar
Nós dois achamos o que estávamos procurando
Com um amigo para chamar de meu
Nunca estarei sozinho
E você, meu amigo, verá
Que tem um amigo em mim
Ben, você está sempre correndo aqui e ali
Você sente que não é querido em lugar algum
Se algum dia você olhar para trás
E não gostar do que você achar
Há algo que você deveria saber
Você tem um lugar para ir
Eu costumava dizer "eu" e "eu"
Agora é nós, agora é nós
Ben, a maioria das pessoas mandaria você embora
Eu não escuto uma palavra do que eles dizem
Eles não vêem você como eu vejo
Eu gostaria que eles tentassem
Tenho certeza de que eles pensariam novamente
Se eles tivessem um amigo como o Ben
Como o Ben
O Jackson Five estourou no comecinho dos anos 70, foi um tremendo sucesso, nessa época eu nem sonhava em nascer, levaria uns 9 anos para isso, mas tenho uma vívida lembrança do desenho Jackson Five, que passava na Bandeirantes nos anos 80 e eu achava bem bacana, meio psicodélico, os personagens sempre cantavam e dançavam, eu achava bem legal. Alguem lembra desse desenho também? Quando se fala em Jackson Five a primeira coisa que me vem à mente é o desenho. Pra você ver a dimensão do sucesso do grupo, até desenho animado tiveram! heheh.
Falando em Jackson Five aqui vai uma pequena biografia de Michael Jackson com o grupo:
Nascido em 29 de agosto de 1958, o garoto Michael Jackson entrou para o showbiz ainda menino, em 1966, como integrante do Jackson 5. No início da carreira, o grupo abria shows de grandes nomes da música americana, entre eles: The Pips, Gladys Knight e James Brown, que foi a inspiração de Michael para a dança. O grupo vocal, formado por Michael e seus irmãos Jermaine, Tito, Jackie e Marlon e criado pelo pai Joe Jackson, entrou para a história musical do país por ser a primeira banda formada por negros a fazer sucesso, até que, em 1970, a música "I’ll Be There" estourou nas paradas americanas e fez com que o Jackson 5 virasse desenho animado, devido às incríveis marcas alcançadas com a venda dos produtos, que levavam o nome da banda. O grupo foi um dos últimos grandes da fase clássica da gravadora Motown. Michael sempre se destacou dos irmãos pela voz e pela dança e, apesar de ainda fazer parte do grupo, foi convidado a gravar um single solo.
"Got To Be There" foi o primeiro trabalho solo de Michael Jackson, lançado no final de 1971, e que logo fez sucesso com a música título, que ficou entre as 5 mais tocadas do ano. Em 1972, aos 14 anos, lançou outro disco "Ben", que marcou a sua personalidade como artista solo. Foi em 1975, que os irmãos decidiram mudar o nome do grupo e formar Os Jacksons e Michael os acompanhou com sucesso até 1978, quando decidiu sair do grupo. No mesmo ano, Michael Jackson lançou o seu primeiro álbum Of The Wall, no qual misturou dance, rock, funk e baladas românticas. Em 1982 lançou Thriller com produção de Quincy Jones. As músicas ficaram 37 semanas nas paradas e o álbum foi um dos mais vendidos por mais de 2 anos.
O que veio depois disso na carreira de Michael Jackson prefiro nem comentar agora, quem sabe em um post futuro quando tocar por aqui uma música da fase "adulta" do cantor. Por hora vamos ficar só na fase que ele era um garoto negro normal, de voz maravilhosa e aparentemente feliz. Lembro de ter visto uma vez na TV uma minissérie chamada Os Jacksons, que contava a trajetória do Jackson Five e da família Jackson, as pressões que os garotos sofriam pelo pai dominador. Tudo isso deve ter afetado Michael a ponto de levá-lo a ser a figura bizarra e problemática que vemos hoje em dia na mídia, decadente e motivo de piadas em todos os meios de comunicação...
Mais informações (fotos, biografia, discografia, filmografia, notícias e curiosidades) podem ser encontradas no SITE OFICIAL do astro.
Por enquanto apreciem mais um pouco o garoto Michael Jackson cantando Ben. Já que essa trilha do blog, a Volume 4, está uma dor de cotovelo só, não se espantem se, depois da tristonha Ben vier uma música tão down quanto. Tô estrapolando né? Heheh. Mas a próxima não é tão triste assim não. Aguardem e saberão qual é...
*****BÔNUS - Clique no link e ouça outra linda música do jovem Michael Jackson: MUSIC AND ME*****
That's it!
enviada por Garland
04/06/2005 16:08
ERIC HANSON - PARTE 2

DADOS:
Nome: Eric Hanson também conhecido como Marc Reina e Marco Santiso
Data de Nascimento: 5/3/1973
Altura: 1,82 m
Pau: 22,5 cm cut
Cabelo: castanho
Olhos: azuis
Pêlos no corpo: poucos
Posição: versátil
Eric Hanson é modelo e astro pornô dos estúdios FALCON. É ativo, mas, segundo ele, pode ser passivo para "o cara certo". Ele é bissexual. Gosta de kick-boxing nas horas vagas. Estreou no mundo pornô em 1996. Já foi modelo do mês da revista PLAYGIRL de dezembro de 2000 com o nome de Marc Reina (algumas fotos da Playgirl com Eric podem ser vistas abaixo).
Filmografia:
Freshmen (Falcon)1997
French Connections part 1 (Temptation) 1997
French Connections part 2 (Conquest) 1997
California King (Falcon) 1997
Mercury Rising (Falcon) 1997
HotWheels (Jocks Studios) 1997
Rock Solid (Mustang) 1997
Summer Reunion (Jocks Studios) 1998
The Size of It (Studio 2000) 2000
Sex in The City (MSR) 2001
The Seven Deadly Sins: Gluttony (All Worlds) 2001
Veja mais fotos na primeira parte da Seção Eu Quero Um Desses com Eric Hanson: PARTE 1.
That's it!
enviada por Garland
01/06/2005 05:33
BIP...BIP.. REGISTRANDO FATOS...
Enquanto não me animo a escrever um post decente com algo interessante, deixa eu contar algumas coisas que aconteceram recentemente.
Semana passada, quarta-feira dia 25/05, véspera de feriado: à noite encontrei Igor e o namorado dele e fomos a um rodízio de pizza, na Pizz@.comm. Delíciaaaa, humm as pizzas de sorvete, coisa boa. Depois eu vim pra casa para tomar um banho e me preparar para irmos na boate gay Londdon.
Enquanto eu estava no banho toca meu celular, era Lukas, um carinha de 18 anos que conheci em Floripa quando estive no apartamento do Rapha. Perguntou onde eu iria e eu disse que ia pra Londdon então ele disse que vinha da city dele para ir na Londdon também e a gente se encontrava lá. Terminei o banho e depois ele ligou de novo dizendo que já tava na frente da Londdon, queria vir me buscar em casa, mas eu recusei o convite pois eu havia combinado que iria com Igor.
Igor me liga minutos depois dizendo que ele e o namorado haviam brigado e não iriam mais na balada, perguntou se eu queria uma carona até lá. Claro que sim né, agora que eu já havia dispensado a carona do Lukas!
Me deixaram em frente a boate e lá estava Lukas. Ele é muito fofo, querido, mas é um gurizão né, 18 anos, mas é gatinho e apesar de a primeira vez que fiquei com ele no Mix Caffé eu não ter ficado realmente excitado, eu estava com vontade de ficar novamente, pra conferir se algo mudaria nesse tira-teima. Já na frente da boate nos beijamos um pouco. Lá dentro mais beijos, dançamos juntos, agarradinhos, um clima bem legal. Mas recém era 1h e pouco e ele precisava ir embora, pois havia vindo de carro a BC sem que seus pais soubessem. Convidei ele para irmos ao segundo piso da boate onde há sofás e lá nos deitamos e nos beijamos muuuito, com direito a pegaçãozinha básica. Beijos muito gostosos dessa vez, eu estava empolgadaço e queria ficar num local a sós com ele, mais a vontade para fazermos de tudo. Ele disse que precisava ir embora e eu um pouco pensativo se ia com ele ou ficava curtindo a noite, mas acabei indo com ele, seria feio deixá-lo ir sozinho e ficar galinhando. Melhor assim pois no caro o clima esquentou meeeesmo, tinha película e também ficou embaçado pois fazia frio o que nos permitiu altos amassos, ali mesmo no estacionamento da boate. Os beijos tavam calientes, acho que deixei Lukas doidinho, mas ele também me deixou bem animado, tão animado que acabei... Humm, deixa quieto, ehehe. Mas a gente não transou, nada de penetração. Depois ele me deixou em casa. No dia seguinte mandou umas mensagens legais de celular. Acho que ele curtiu bastante nossos momentos. Depois disso não nos vimos mais, espero que acabemos nos encontrando novamente hora dessas, seria legal dar continuidade às coisinhas que rolaram naquela quarta no carro.
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Sexta-feira, 27/05 eu tava que tava, doidão de vontade de transar (faz mais de 1 mês e meio que não sei o que é isso, ehehe) e decidi me jogar pra Londdon novamente. Acabei convidando Igor e ele veio a BC, nos encontramos na metade do caminho e seguimos para a boate, era meia noite e pouco. Ia ter strippers lá naquela noite e eu tava animadinho pra ver uns peladões gostosos. Na boate alguns caras me elogiavam quando eu passava "esse aí que eu disse que é um gatinho, olha que gostosinho", etc etc. Mas eu não curti o carinha dos elogios, apesar de toda vez que eu passava perto ele tirava uma casquinha, me passando a mão discretamente. O strip-tease deixou a desejar, tanto o stripper masculino como o feminino ficaram totalmente nus, mas sei lá, não foi excitante nem empolgante as performances deles. Num momento um carinha chegou em mim perguntando se eu tava ficando com alguém, eu disse que estava esperando um amigo que estava "lá em cima", me referindo a Igor que estava no dark room essa hora. O carinha disse que eu tinha uma boca muito gostosa, no que agradeci e ele acabou saindo dali, melhor assim, pois apesar de bonitinho não fez meu estilo. Entrei no dark room apra ver se pegava Igor no flagra ou mesmo se havia algum cara gato para uns amassos, mas tava ruim lá e eu também, apesar de estar super afim de sexo não tava em clima pra ficar com estranhos, ainda mais sem nem ver a cara. Zarpei rapidinho. Fim de noite: Igor pegou um moto taxi e foi pra cidade dele e eu voltei pra casa a pé sozinho sem nem sequer ter dado um beijo. No caminho dois carros pararam pra mim, em momentos distintos, talvez fossem gays vindo da boate também, ou então caras achando que eu era garoto de programa. Engraçado que ambos disseram a mesma coisa quando passei reto sem nem olhar para dentro do carro: "Que brabo!"... É, eu devia estar mesmo com a minha já célebre cara de poucos amigos, eheh.
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COLOCANDO OS PINGOS NOS "IS"
Não tava muito afim de abordar esse assunto aqui no blog, mas preciso dar uma desabafada e o modo que eu acabo sempre encontrando é escrever, então...
Durante toda essa semana que passou não enviei mensagens de celular para Rapha, nem liguei para ele. Eu havia voltado extremamente decepcionado do fim de semana que passei no apartamento dele, no qual tive mais afinidades e conversei mais com qualquer um dos desconhecidos que estavam lá do que com Rapha que era quem realmente era o meu amigo. Foi um clima muito ruim, e senti que Rapha não gostava de mim, ele mal olhou na minha cara e mal falou comigo enquanto estive lá, quando nos falávamos havia uma frieza, uma 'animosidade' no ar. Nosso santo não cruzou. Voltei de lá péssimo com isso, e com a sensação de que eu e Rapha nem pra amigos servíamos, afinidades zero, ele me detestava. Desiludido com a frieza e clima ruim entre nós, acabei queimando uma foto dele que eu tinha impresso muito tempo atrás e olhava de vez em quando, joguei as cinzas na privada e puxei a descarga, tendo uma sensação de vazio e que eu já não sentia mais nada definitivamente por aquela pessoa. Que fosse privada abaixo com sua frieza e indiferença...
A semana passou e me senti tranqüilo e conformado com o fracasso e decepção de minha ida a Floripa, saí, fui pra boate com meu amigo, me distraí... Mas a sensação de mal estar pelo que aconteceu me assombrava às vezes. Pensei em enviar um e-mail a Rapha, mas acessei alguns e-mails passados e encontrei um do ano passado que dizia exatamente tudo o que eu sentia agora. Juntei fatos e percebi que há tempos Rapha agia assim comigo, desde que viajamos a Curitiba juntos no ano passado, passando pela última vez que ele esteve em minha casa, pela minha ida a Floripa quando os amigos paulistas estavam lá, até esse último encontro no apartamento do Rapha. Em todos esses momentos houve frieza, indiferença e Rapha parecendo pouco a vontade com a minha presença, enjoado da minha cara, desconfortável, azedo, irritado. Me perguntei porque eu insistia com essa pessoa que por várias vezes parecia mal me suportar.
Mas não quis me repetir mandando outro e-mail enorme "cheio de neuras" que provavelmente seria respondido com um parágrafo e só aumentaria minha fama de dramático. Aproveitei que agora estávamos em uma fase de conversar por fone e decidi ligar e conversar com Rapha a respeito do que aconteceu naquele fim de semana, dizer o que me incomodou e perguntar a ele se ele não ia com a minha cara, pois eu que não ia ficar forçando uma situação com quem não me suporta. Sairia de cena.
Nessa noite de segunda, 30/05 liguei pra ele. A princípio falamos amenidades, sobre o que fizemos nesse fim de semana, mas logo entrei no assunto principal: o comportamento dele no fim de semana passado comigo. Rapha admitiu que não tem mais paciência comigo, coisas mínimas o afetam, o irritam. Constatei isso mesmo naquele fim de semana, que ele se sente super pouco a vontade com a minha presença, fica retraído, irritado, com um pé atrás comigo, enfim, parece que não gosta de mim, não se sente bem comigo e não gosta que eu sequer encoste nele. Ao menos foram essas as impressões que tive desse último encontro e de outros também.
Se fui para Floripa foi porque vínhamos tendo um ótimo relacionamento, super amigável, através de mensagens de celular e de telefonemas que duravam horas, com papos muito legais. Caso contrário, se sentisse que Rapha não queria, nem teria ido me enfiar lá. Fui porque estava com saudade dele também e porque ele mesmo pareceu gostar que eu fosse. Mas infelizmente pessoalmente tudo mudou e foi muito triste esse encontro. Com o comportamento estranho de Rapha eu sempre acabo ficando inseguro e deprimido, tudo o que falo parece ser errado, e acabo me retraindo também ou então por despeito à indiferença dele acabo ficando mal-humorado e alfinetando ele. O mínimo de diálogo que temos nessas circunstâncias acaba sendo pouco amistoso, vazio, monossílábico, desprovido de calor, de interesse real, sem sequer olhar um na cara do outro. Tudo menos papo de dois amigos. Resumindo: uma porcaria!
Por que insisto em manter contato com alguém assim, que parece me detestar? Não sei, acho que não tenho vergonha na cara mesmo. Mas ao mesmo tempo não entendo Rapha... Por que ele não me afasta de vez então se não me suporta? Ou será que ele gosta de mim, mas somos incompatíveis pessoalmente, só servimos para ser amigos virtuais, amigos de telefonemas? Ou será porque sou amigo dos amigos dele que ele me tolera? Taí coisa que esqueci de perguntar nesse nosso papo: porque ele continua a manter contato comigo, porque não me manda pastar logo. Acho até que ele já respondeu quando perguntei outras vezes, mas diante desses comportamentos dele sempre volto a me questionar novamente. Ele disse nesse telefonema que não sabe bem porque age assim friamente comigo, mas que realmente não tem mais paciência comigo, talvez pelo que já passamos, pelos dramas e stress, alguma mágoa que restou talvez...e também porque que não estava num bom momento naquele fim de semana.
Enfim, esse telefonema foi muito bom, pois acho que "colocamos os pingos nos is", despejei um monte de impressões e insatisfações que eu venho tendo com ele, ouvi o que ele tinha a dizer também, suas críticas em relação ao meu comportamento. Foi bom colocar as coisas em pratos limpos pois agora sabemos que estamos agindo errado dessa forma, nessa frieza, algo que parece criancisse também, e quem sabe em um próximo encontro no futuro consigamos ter uma convivência legal pelo tempo que permanecermos juntos. Já nos vemos tão pouco, porque não podem ser pelo menos agradáveis, amigáveis, com tolerância e paciência esses raros momentos! Porque não pode haver um clima de amizade!? Saco!
De qualquer forma, hoje estou bem mais tranqüilo. Às vezes a melhor saída é pegar o telefone e despejar tudo, falar tudo, esgotar um assunto, obter as respostas, ouvir e ser ouvido. É tão melhor que ficar remoendo amarguras e decepções, sendo orgulhoso e querendo ser indiferente... Esse papo e esses esclarecimentos me fizeram muito bem, me sinto aliviado e já sem aquela sensação de profunda decepção para com Rapha. Depois de um tempo já estávamos até falando coisas mais leves, experiências sexuais, preferências, etc.
Acho que quando duas pessoas são incompatíveis ou não têm sintonia, não têm afinidade nenhuma, não tem sentido forçar uma barra querendo ser amigas. Tenho a impressão que é o meu caso com Rapha, talvez sejamos incompatíveis, não tenhamos praticamente nada a ver mesmo. Há algum tempo eu não me considero mais apaixonado por ele, depois dessas coisas todas nem teria como né, mas eu ainda gosto dele e acho que ele também deve gostar de mim pelo menos um pouco, eu sinto isso... Alguma coisa boa existe entre nós, algo que nos fez ficar conversando das 23:45 até as 2:45 da madruga nessa segunda. Em nome dessa coisa boa que eu sinto haver, quero, apesar de não depender só de mim, tentar manter relacionamento com Rapha e buscar um entendimento melhor entre nós como amigos. A outra foto que tenho dele tá guardadinha com carinho, inteirinha, espero não ter vontade de queimá-la nunca, hehe.
That's it!
enviada por Garland
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